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Mercedes confia que resolveu problemas em corridas quentes

A Mercedes está otimista que progrediu em sua fraqueza com temperaturas altas e renderá melhor em corridas mais quentes no futuro.

Lewis Hamilton, Mercedes-AMG F1 W09

A Mercedes tradicionalmente sobrecarrega seus pneus traseiros mais do que suas rivais, o que deixa o time vulnerável nas corridas com temperaturas mais altas.

Contudo, a vitória de Lewis Hamilton no GP da Hungria foi obtida com 33º C no ar e 57º C no asfalto.

O ponto crucial para a vitória de Hamilton foi a estratégia de uma única parada, executada graças a um primeiro stint longo com os ultramacios e um segundo stint de macios.

Ao explicar a habilidade de Hamilton em gerenciar o pneu, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, disse: “Andar no ar livre desempenhou um grande papel, mas também é um pequeno mistério que às vezes nós conseguimos render com um pneu e não conseguimos render com outro. Acho que aconteceu o contrário com a Ferrari [na Hungria].”

“Há mais dados para coletar, mais a entender, mas o sentimento predominante e abrangente para nós é que vencemos a corrida em Budapeste com uma temperatura [de asfalto] de 60º.”

“Isso foi algo que não pensamos que seria alcançável para nós. Isso me dá uma boa sensação de que entendemos mais e que podemos ser mais competitivos nas corridas quentes no futuro.”

Hamilton teve dificuldades nos treinos da Hungria e admitiu, antes da prova, que a gestão dos pneus traseiros era normalmente um ponto forte da Ferrari.

Ele rejeitou a sugestão de que sua própria performance antes da Hungria havia indicado que a Mercedes encontrou a solução.

“Se você olhar para alguns dos comentários da última corrida, foi como: ‘Oh, a Mercedes, de repente, sabe. Nessa corrida eles fizeram os pneus durarem’, o que não era o caso”, disse o piloto.

A Mercedes reconhece que a melhora da gestão dos pneus não é uma questão de encontrar uma solução que funcione em todo lugar.

É um processo complexo, que depende das temperaturas do ar e do asfalto e do traçado da pista.

Diretor técnico da Mercedes, James Allison disse depois da corrida que foi uma combinação entre o carro de 2018 ser mais gentil com os pneus, o acerto do fim de semana e a habilidade de Hamilton em administrar a borracha.

Outra área em que a Mercedes melhorou foi nas largadas, com Hamilton e Valtteri Bottas permanecendo à frente das Ferrari na curva 1.

Wolff havia anteriormente indicado que este era um ponto fraco da Mercedes, e Hamilton o descreveu como um “processo em andamento”.

“As Ferraris são muito, muito boas na largada. Eles vêm sendo [bons] há anos. Obviamente, é uma prioridade em todos os anos. O mínimo que você quer é manter a posição, e o que você mais quer fazer é ganhar metros em relação aos outros. Estamos trabalhando constantemente. Há muito trabalho a fazer para melhorar.”

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