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“Não estou guiando só com uma mão”, avisa Kubica

Polonês responde aos críticos e insiste que está em melhor forma física do que tinha na última vez que competiu na F1, em 2010

Robert Kubica, Williams
Robert Kubica, Williams FW40
Robert Kubica, Williams FW40
Robert Kubica, Williams FW40
Robert Kubica, Williams FW40
Robert Kubica, Williams FW40
Robert Kubica, Williams FW40
Robert Kubica, Williams FW40
Robert Kubica, Williams FW40

Robert Kubica insistiu que não está pilotando apenas com uma mão e que está em condições físicas ainda melhores do que na época em que disputou sua última prova na F1, em 2010.

O polonês é candidato a voltar à categoria quase sete anos após o grave acidente que sofreu durante uma competição de rali na Itália.

Ele pilotou a Williams de 2017 pela primeira vez no dia de abertura dos testes da Pirelli em Yas Marina, em Abu Dhabi, quando percorreu 100 voltas e testou diversos compostos diferentes.

Kubica retornará na quarta-feira para mais algumas horas de trabalho, quando focará mais em simulação de performance pura.

Havia certa preocupação com relação às suas condições físicas, especialmente no que diz respeito ao seu braço direito, mas Kubica fez questão de rechaçar qualquer problema.

“Há quem diga que eu estou pilotando com uma só mão. Não estou pilotando com uma só mão. Acho que é impossível guiar um carro de F1 com uma só mão”, disse o  polonês.

“Mas tenho algumas limitações, então meu corpo, de alguma forma, compensa isso, o que não é errado.”

“Somos seres humanos e nossos cérebros estão acostumados a ajudar nossos corpos a superar qualquer problema. Isso é um dia normal em nossa vida. Isso é algo que acho que já superei.”

Kubica passou por uma rotina de treinos extensiva neste ano para ter certeza de que está em forma para lidar com as maiores demandas dos carros da F1 atual.

“Fisicamente, acho que fiz um ótimo trabalho nos últimos seis meses. Não foi fácil. Não é como se eu estivesse deitado na minha cama.”

“Provavelmente, estou fisicamente em minha melhor forma, de longe melhor do que eu estava quando corria em 2010. Então, a motivação existe e meu corpo está reagindo de boa forma.”

“É claro que estou começando praticamente do zero, porque a F1 mudou demais nos últimos sete anos. Mas a experiência que ganhei ao longo dos anos em que corri na F1 me ajudou a superar o processo de aprendizado mais rápido do que já fiz no passado.”

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