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Equipe de Lucas Moraes, Dacia confirma saída do Dakar e do W2RC no fim de 2026

Marca romena seguirá na disputa do W2RC em 2026, mas reduzindo sua participação de quatro para apenas três carros

#219 The Dacia Sandriders Dacia: Sebastien Loeb, Edouard Boulanger, #223 The Dacia Sandriders Dacia: Lucas Moraes, Dennis Zenz, #212 The Dacia Sandriders Dacia: Cristina Gutierrez, Pablo Moreno Huete, #299 The Dacia Sandriders Dacia: Nasser Al-Attiyah, Fabian Lurquin

Foto de: Dacia

A Dacia surpreendeu o mundo do esporte a motor nesta quinta-feira (12) ao confirmar para o Motorsport.com o encerramento de seu programa de rally-raid, o Dacia Sandriders, após a conclusão da temporada 2026. A notícia afeta diretamente o brasileiro Lucas Moraes, que trocou a Toyota pela marca romena neste ano, logo após a conquista do título do WR2C, em um acordo válido até o fim de 2027.

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A notícia vem semanas após a Dacia conquistar uma importante vitória no Dakar 2026 com Nasser Al-Attiyah e, mesmo com a saída confirmada, a marca promete manter o desenvolvimento ao longo do ano, tendo como objetivo final a conquista do W2RC, que escapou das mãos do catariano em 2025 na última prova do ano, no Marrocos, para Moraes e a Toyota.

A Dacia disputará todas as provas restantes do W2RC de 2026. Estão previstas provas em Portugal, a próxima, em um mês, e viagens para Argentina e Marrocos antes da final em Abu Dhabi em novembro, local da despedida do Dacia Sandrider.

O grande problema é que, para as quatro provas restantes, a Dacia não deve contar com os mesmos quatro carros que teve no Dakar. Atualmente, a marca conta com quatro pilotos oficiais: Moraes, Al-Attiyah, Sebastien Loeb e Cristina Gutiérrez. Serão colocadas três duplas de piloto e navegador e cada uma das etapas, com a rotação sendo decidida pela própria equipe.

Um Dakar que avaliza o projeto

#299 Dacia Sandriders Dacia: Fabian Lurquin

Foto de: A.S.O.

Além da vitória absoluta de Al-Attiyah, o último Dakar reforçou a solidez do projeto. Loeb ficou em quarto lugar, Moraes em sétimo e Cristina Gutiérrez em décimo primeiro. Quatro carros entre os onze primeiros em uma das edições mais exigentes e competitivas dos últimos anos.

Um resultado coletivo que confirmou que o Sandrider não era uma aposta pontual, mas uma estrutura capaz de lutar em bloco contra os gigantes do deserto.

Com esse aval esportivo e o Dakar já no bolso, o grande objetivo agora é conquistar o Mundial de 2026 e se despedir em grande estilo. Se conseguirem, a Dacia encerrará uma etapa breve, mas extraordinariamente bem-sucedida: vencer o rally mais difícil do planeta em sua segunda tentativa e lutar até o fim pelo título mundial.

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