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20 anos: Relembre grande final e mundial de F1 de 1997

Decisão incrível envolvendo Michael Schumacher e Jacques Villeneuve coroou bela e inesquecível temporada

Michael Schumacher, Ferrari F310B turned into Jacques Villeneuve, Williams FW19 Renault at the Curva Dry Sack

Uma das finais mais memoráveis e polêmicas da história do automobilismo completa duas décadas nesta quinta (26). Há exatos 20 anos Jacques Villeneuve conquistava seu único título mundial na Fórmula 1 e o último da equipe Williams em um final bastante controverso.

Após correr sub judice no GP do Japão e complicar a vida de Michael Schumacher, o canadense foi vítima de uma das manobras mais sujas da carreira do alemão, que acertou seu carro durante a última corrida do ano, em Jerez de la Frontera, em uma tentativa de ultrapassagem do piloto da Williams.

Relembre detalhes da temporada:

A temporada de 1997 teve muitos atrativos. O primeiro deles ocorreu logo na primeira prova: a McLaren voltou a vencer pela primeira vez desde Senna em 1993 com o escocês David Coulthard e uma nova pintura prateada.
Mesmo com a vitória, a McLaren não foi páreo para Williams e Ferrari, que comandaram o mundial com Jacques Villeneuve e Michael Schumacher.
Após saída da Jordan, Rubens Barrichello foi para a nova equipe Stewart em 1997. E, apesar de sofrer com a falta de confiabilidade do carro, conquistou o primeiro pódio do time no chuvoso GP de Mônaco, no 2º lugar.
A temporada também foi marcada pela entrada da Bridgestone, que forneceu pneus à Prost (destaque do início do ano), Stewart, Minardi e Arrows. Em seu penúltimo ano na F1, a Goodyear fornecia compostos para as principais equipes.
Por sinal, a modesta Arrows viveu ano incomum. Com grande atenção, já que tinha o campeão Damon Hill e o número 1 no seu carro, a equipe iniciou com um fiasco: Hill nem largou para a 1ª corrida do ano devido a um problema mecânico.
Mais adiante, depois de liderar a maior parte do GP da Hungria, Hill quase venceu. No entanto, um problema de acelerador o fez perder desempenho no final e Villeneuve o passou com menos de uma volta para a andeirada. O britânico foi 2º.
A temporada também marcou a última vitória de Gerhard Berger, na Alemanha. Em um momento desfavorável, após perder o pai em um acidente aéreo e vindo de uma cirurgia por uma sinusite que o tirou de 3 GPs...
O austríaco provou que era durão, e logo na volta cravou a pole position, a volta mais rápida e venceu o GP em Hockenheim. Foi a última vitória da Benetton na F1.
No meio disso, aconteceu a guerra entre Villeneuve e Schumacher. Os dois pilotos chegaram à última corrida com sete e cinco vitórias, respectivamente. Nos pontos, a vantagem era de Schumi, 78 a 77.
A final foi tensa. Na corrida anterior, Villeneuve teve seus pontos retirados após pela 3ª vez no ano não ter reduzido em bandeiras amarelas. A Williams conseguiu efeito suspensivo, e o canadense correu.
No entanto, sua conduta foi polêmica, atrapalhando e sendo agressivo com Schumacher no início da prova. Isso não deteve o alemão, que venceu. Quinto, Villeneuve teve os pontos retirados.
A classificação para a final não desapontou: Villeneuve, Schumacher e Frentzen cravaram exatamente o mesmo tempo: 1min21s072. A ordem no grid foi definida pela ordem cronológica das voltas.
Na largada, Schumacher pulou na frente e fez parecer que o tricampeonato poderia ser fácil. No entanto, após a segunda parada, Villeneuve passou a pressionar o alemão. Na volta 47, o piloto fez sua manobra no hairpin.
Schumacher não quis deixar o canadense passar e jogou seu carro propositalmente nele. Deu errado: o alemão saiu da pista e viu Villeneuve seguindo.
Com o título garantido enquanto estivesse pontuando, Villeneuve deixou as duas McLarens passarem (devido a um acordo prévio entre os times) e foi campeão em terceiro. Schumi foi desclassificado do vice pela conduta.
Para fechar, uma curiosidade: apesar de terem disputado o título, Villeneuve e Schumacher não dividiram nenhum dos 17 pódios do ano.
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