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A Fórmula 1 de 30 anos atrás não era melhor que hoje, defende Wolff

Dirigente da Mercedes defende o atual modo de disputa e salienta que novo regulamento atrai montadoras

É normal ouvir um torcedor mais antigo da Fórmula 1 dizer que as corridas não são tão emocionantes quanto antigamente. O diretor administrativo da Mercedes, Toto Wolff, resolveu tirar a prova: e não conseguiu nem chegar à metade do GP de Portugal de 30 anos atrás.

[publicidade] “Assisti à última prova do Campeonato de 1984 recentemente e cheguei só até um terço. As corridas eram muito mais chatas: não dá para ouvir os motores na TV porque também eram turbo e as únicas ultrapassagens eram nos retardatários. Então pensei: temos um ótimo produto, ótimas corridas. Elas sempre serão fantásticas? Não. Mas um jogo de futebol é sempre fantástico? No.”

Para Wolff, visar sempre tornar as corridas mais emocionantes, por vezes de maneira artificial, pode ser perigoso. “Talvez a pontuação dobrada [na última prova do ano, regra que estreia nesta temporada] não seja o certo. Mas vamos fazer isso e julgaremos depois se fizemos algo errado ou não. É puro e simples, como a Fórmula 1 deve ser? Não e eu sou contra isso. Mas talvez depois que passemos por isso gostaremos.”

Wolff também demonstrou seu apoio às regras que estrearam neste ano em termos de motor e que aproximaram os carros da Fórmula 1 da pesquisa a tecnologias úteis para os carros de rua.

“Há algumas pessoas que sempre dizem o quão bom eram os velhos tempos e como precisamos mudar as regras. Mas você não pode esquecer do que está acontecendo no mundo. O motivo da Mercedes estar aqui é que existe uma conexão clara entre a F1 e os carros de rua, em ambas as direções. A Honda provou que o conceito é interessante [ao decidir voltar] e quem sabe que discussões não estão ocorrendo em várias outras empresas.”
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