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Agora é possível uma "guerra" de pneus na F1, afirma Michelin

Fabricante francesa está convencida que disputa de marcas de pneus na categoria pode acontecer, sem que tenha um exagero de custos.

Pneu Michelin
Pneu Michelin
Logo da Michelin no pit lane
Pirelli
Pirelli pneus

A Fórmula 1 não tem uma temporada em que duas fabricantes de pneus concorram entre si desde 2006, quando Michelin e Bridgestone disputavam as atenções das equipes.

Por causa dos custos, a categoria decidiu que o ideal seria ter apenas um fornecedor. A Bridgestone esteve sozinha até 2010. A partir de 2011, a Pirelli foi a única a abastecer os times.

Apesar da categoria se dizer feliz por ter um único fornecedor, a Michelin afirma que gostaria de ter a possibilidade de competição com outra marca novamente. Seu diretor de automobilismo, Pascal Couasnon, cuja empresa é uma das pretendentes a partir de 2017, falou ao Motorsport.com sobre esta possibilidade: "Nós adoraríamos. Haveria um grande grito de alegria em Clermont-Ferrand."

O medo sobre os custos é infundado

O maior argumento contra uma guerra de pneus é que ela aumentaria os custos para ambas as partes: equipes e fornecedores. Mas Couasnon diz que não necessariamente seria assim:

"Pode ser mais caro do que se você está sozinho, mas hoje as coisas são diferentes do que em 2005 e 2006", explicou. "Há um número limitado de testes hoje em dia, só por aí você já limita os custos.

"Hoje as equipes também estão gastando muito tempo tentando entender o pneu, tentando usá-lo melhor, será que eles vão gastar muito mais dinheiro se tivermos dois pneus? Eu não penso assim."

"Na Sportscar Racing, por exemplo, a Michelin e a Dunlop estão lá. Tudo bem que é aberto, mas os custos são muito bem controlados.

"Eu diria que é possível termos uma competição entre fabricantes de pneus. Eu não vou dizer guerra, porque quando você fala sobre a guerra que você está falando sobre muitos gastos. Mas com recursos controlados, para uma boa batalha, é possível sim", finalizou.

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