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Alonso acredita que Ferrari acertou ao dispensar Vettel: "Não era o salvador que esperavam"

Para o espanhol, Leclerc mostrou mais potencial que o alemão e aprovou a contratação de Sainz

Sebastian Vettel, Ferrari in the press conference

A Ferrari chega a 2021 buscando sair da má fase enfrentada em 2020 na Fórmula 1. Para isso, a equipe aposta em uma reconstrução, que mexeu inclusive com sua dupla de pilotos, trocando Sebastian Vettel para apostar em Carlos Sainz, um nome mais jovem para correr ao lado de Charles Leclerc. E para o bicampeão Fernando Alonso, que conhece bem a atmosfera da Scuderia, a marca tomou a decisão correta.

A equipe de Maranello já vive um jejum de 12 anos sem títulos na F1, tendo conquistado o último de pilotos em 2007 com Kimi Raikkonen e em 2008 o último de construtores. A chegada de Alonso em 2010 era vista como uma solução para a fase que a Ferrari vivia, mas o espanhol acabou saindo sem títulos, sendo substituído por Vettel a partir de 2015.

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Apesar de Vettel chegar com status similar ao de Michael Schumacher pela equipe e os fãs, como alguém que poderia virar o jogo para a Ferrari, o tetracampeão não correspondeu às expectativas, saindo sem nenhum título conquistado.

Após dois vices de Vettel em 2017 e 2018, a equipe entrou em um período difícil e Vettel não conseguiu mais se encontrar na pista com frequência, perdendo para Charles Leclerc no Mundial e sendo substituído por Sainz para 2021.

E mesmo com a troca precoce de Vettel, muito antes do início da temporada 2020, a mudança não surpreendeu Alonso, que explicou os motivos em entrevista à RAI Sports

"Se ele tivesse conquistado um título, a situação seria outra. Depois de cinco anos, ficou claro que Vettel não era o salvador que a Ferrari esperava", disse. "Também ficou claro que Leclerc tem mais potencial".

Alonso ainda analisou sobre como esse momento de Vettel na Ferrari e seu novo capítulo na Aston Martin podem impactar seu legado.

"Só o tempo pode dizer. Se ele pilotar o mesmo carro que os demais e vencer, seria uma lenda na F1. Se ele pilotar o mesmo carro e terminar em quarto, quinto ou sétimo, seria uma má notícia. Assim, as pessoas pensarão ainda menos nos quatro títulos, mais do que já pensam agora".

O espanhol ainda analisou a contratação de Sainz pela Ferrari dentro do contexto político interno da equipe.

"Sainz parece ser o piloto certo para correr com Leclerc. A Ferrari se move em dimensões diferentes, em comparação com as outras equipes. Tem gestão, empresa, política, são muitas pessoas envolvidas nas decisões".

"Outras equipes podem ficar na F1 por 10, 15 anos de depois sair. A Ferrari não pode fazer isso. Também não conseguimos vencer, mas estivemos na luta pelo Mundial até a última corrida duas vezes. Falo isso porque ninguém se lembra do vice".

"E Vettel passou por algo semelhante em 2017 e 2018. A verdade, porém, é que apenas uma equipe conseguiu vencer nos últimos sete anos".

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