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“Alonso divide a equipe no meio”, diz Massa

Brasileiro destaca talento do espanhol, mas diz que mentalidade do ex-companheiro pode ter evitado ainda mais conquistas em sua carreira

Fernando Alonso, McLaren

Felipe Massa enalteceu o talento de Fernando Alonso em sua pilotagem, mas apontou que a tendência em “dividir a equipe no meio” pode ter evitado que o espanhol tivesse ainda mais conquistas em sua carreira.

Alonso, campeão da F1 em 2005 e 2006, dividiu a garagem com Massa por quatro anos. Contudo, sua passagem pela Ferrari não teve os resultados que ele sonhava, de modo que ele se manteve os dois títulos mundiais conquistado na década passada.

Em entrevista ao programa Conversa com Bial, Massa destacou que Alonso possui um talento natural tão grande quanto o heptacampeão Michael Schumacher, mas que a postura do espanhol pode ter cobrado seu preço.  

“De talento, ponho Schumacher e Alonso em um nível junto. O Alonso tem um talento, uma facilidade de entender a corrida, de virar rápido... Ele é um piloto diferente. Inteligente, rápido, completo, como o Schumacher também era”, comparou. 

“Na verdade, os dois eram difíceis de conviver, mas eu tinha uma relação muito próxima com o Schumacher. Eu cheguei lá e olhava ele como ‘me ajuda, me ensina’.  Eu queria aprender com um cara que havia vencido sete campeonatos do mundo. E ele me tratava muito bem.”

“Com Alonso, era uma situação mais de luta. Nunca tive nenhum problema com ele fora do carro – ele sempre me tratou muito bem, nós sempre tivemos uma boa relação de trabalho.”

“Só que o Alonso tem uma coisa que, quando ele fecha a viseira, parece que são duas pessoas diferentes. E isso acaba dividindo a equipe no meio. Se você olhar, em muitas equipes em que ele correu, ele dividiu a equipe no meio. Então esse é um problema que ele tem. Ele poderia não ter esse problema que ele conquistaria mais do que conseguiu pelo talento que ele tem.”

Massa admitiu que, quando deixou a Ferrari e parou de ser companheiro de equipe de Alonso, a sensação acabou por ser positiva.

“Tive uma história muito importante na Ferrari, longa, bacana, mas difícil também. Quando eu saí da Ferrari, sabe quando você sente um alívio? Tira um peso das costas. Fui para uma equipe que, sem dúvida, eu estava dando um passo para trás ao sair de uma equipe tão grande, importante, para ir para uma equipe pequena. Mas acabei tendo um resultado, uma felicidade, em uma equipe menor”, disse o  brasileiro, que competiu por quatro anos na Williams.

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