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Alonso: F1 exige sacrifícios “negativos” para se ter sucesso

Espanhol destaca diversos pontos positivos que vivenciou na F1, mas lista aspectos dos quais teve de abrir mão em 18 anos na categoria

#8 Toyota Gazoo Racing Toyota TS050:  Fernando Alonso

Afastado da F1 para a temporada de 2019, Fernando Alonso destacou os pontos positivos e negativos que viveu em sua passagem pela categoria, apontando para os sacrifícios “negativos” necessários para ter sucesso.

O espanhol chegou à categoria em 2001, quando tinha 18 para 19 anos de idade. Ele permaneceu na F1 de forma praticamente ininterrupta, com exceção de 2002, quando ficou de fora do grid, mas esteve presente de forma ativa como piloto de testes da Renault.

Agora, aos 37, Alonso deixou a F1 se dedicará a outras provas de destaque do automobilismo mundial, tendo já confirmado participações nas 24 Horas de Daytona, 500 Milhas de Indianápolis e 24 Horas de Le Mans.

Ao citar os pontos que considerou positivos de sua passagem à F1, Alonso citou, segundo o site Crash.net. “Acho que guiar os carros. Os carros são especiais.”

“Não importa se você está em 14º, quinto ou lutando pela vitória. Obviamente, você pode estar no pódio e vencer, e isso é uma celebração e alegria extra. Mas, quando você vai a uma classificação e está guiando os carros, eles são muito especiais. A quantidade de tecnologia por trás destes carros seria difícil reproduzir em outras categorias.”

No entanto, Alonso também citou os pontos negativos. “Por outro lado, há aspectos negativos na F1, especialmente se você fica 18 anos. Você dedica sua vida inteira à F1.”

“Você não tem amigos, não tem família, não tem tempo livre, não tem privacidade, não tem esposa, não tem filhos, nada. É apenas dedicação total se você quiser ter sucesso. Então, acho que tenho outras prioridades agora”, completou.

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