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ANÁLISE: A 'retrospectiva' da Fórmula 1 na Band em cinco pontos

'Casamento' entre a categoria e a emissora paulista foi marcado por grandes momentos, mas também teve episódios difíceis; o Motorsport.com relembra neste especial

Reginaldo Leme, Felipe Giaffone, Max Wilson e Sérgio Maurício, com Mariana Becker em telão ao fundo

Reginaldo Leme, Felipe Giaffone, Max Wilson e Sérgio Maurício, com Mariana Becker em telão ao fundo

Foto de: Divulgacao

Finalizada a temporada 2025 da Fórmula 1, encerra-se a passagem de cinco anos da categoria máxima pelo Grupo Bandeirantes, que obteve o direito de transmitir a elite global do esporte a motor a partir de 2021.

O editor recomenda:

Com o fim deste ciclo da F1 na Band, o Motorsport.com recapitula os principais momentos do 'casamento' entre a competição e a emissora do Morumbi. Confira:

PONTOS POSITIVOS:

1. Campeonatos disputados
O primeiro ano da categoria no grupo de mídia paulista já foi “daqueles”, com uma das mais insanas disputas por título em toda a história. Max Verstappen e Lewis Hamilton brigaram pela taça até a última volta de 2021 e a Band mesclou competência e “sorte desportiva” para entregar transmissões de alto nível, sempre com o carisma de Mariana Becker.

O bom nível na pista também foi visto em 2022, especialmente na primeira metade do campeonato, e nos segundos semestres de 2024 e 2025. Mesmo em 2023, quando Verstappen e Red Bull dominaram, a categoria teve boas corridas, embora o tricampeonato do holandês tenha sido o “ponto baixo” das temporadas da F1 na Band quando o assunto é disputa por título. Mérito do piloto e da equipe, zero culpa do Grupo Bandeirantes.

2. Maior exposição em TV aberta e programação dedicada à F1
Se contou com a sorte na pista, a Band merece todos os créditos pelo espaço dado à categoria em TV aberta e também pela extensa programação referente à elite do esporte a motor. Isso inclui o canal fechado BandSports.

Foram bons pré-GPs e longos pós-corrida, com os pódios devidamente mostrados — uma demanda dos torcedores que vinha desde os últimos anos na Globo.

3. Títulos de brasileiros nas categorias de base e chegada de Bortoleto à F1
O ciclo da Band coincidiu com uma fase especialmente positiva para os brasileiros nas categorias de base, e a emissora não deixou de dar relevância a esses momentos. A transmissão do título de Felipe Drugovich na Fórmula 2 em 2022 foi celebrada pelo público e ajudou a consolidar o piloto no radar internacional.

Igualmente emblemáticos foram os triunfos de Gabriel Bortoleto, campeão da Fórmula 3 em 2023 e da F2 em 2025, feitos amplamente repercutidos nas janelas da Band e nas análises conduzidas pela equipe de automobilismo. Além disso, a trajetória de Rafa Câmara na F3 também recebeu espaço consistente.

PONTOS NEGATIVOS:

1. Crise de verba de produção e a quase ausência de Mariana Becker em Singapura
Se por um lado a Band mostrou empenho para sustentar uma cobertura ampla da F1, por outro enfrentou turbulências nos bastidores. Em 2025, uma crise na verba de produção deixou em risco a presença de Mariana Becker no GP de Singapura.

O episódio expôs os desafios financeiros enfrentados pelo Grupo Bandeirantes, que ao longo do ciclo precisou equilibrar altos custos logísticos com a necessidade de manter o alto padrão. Embora a repórter tenha viajado e a transmissão tenha sido entregue sem perdas técnicas relevantes, a situação acendeu alertas.

2. Dificuldades financeiras e o impacto na renovação com a F1
As questões orçamentárias também pesaram diretamente na negociação pelos direitos de transmissão para os anos seguintes. No fim de 2024, a Band ficou perto de perder a F1 para a Globo, mas questões contratuais mantiveram a categoria na emissora paulista em 2025. Para 2026, o grupo carioca levou a melhor.

Ainda que a Band tenha mantido o compromisso até o fim do ciclo 2021–2025, a perda dos direitos reforçou como os desafios financeiros foram decisivos para encerrar uma parceria marcada por acertos editoriais, mas impactada pela dificuldade que é adquirir direitos de transmissão tão significativos.

MARKO FORA da RED BULL, Norris CALA BOCAS, BAND na F1, Max MAIOR e ano de BORTOLETO | TIAGO MENDONÇA

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