Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

MotoGP: Diogo Moreira revela quais as maiores dificuldades em sua adaptação à moto

MotoGP
GP do Brasil
MotoGP: Diogo Moreira revela quais as maiores dificuldades em sua adaptação à moto

MotoGP: Diogo Moreira "pode ser uma grande surpresa" em Goiânia, diz Zarco

MotoGP
GP do Brasil
MotoGP: Diogo Moreira "pode ser uma grande surpresa" em Goiânia, diz Zarco

Lucas Moraes fica em 6º lugar na abertura do Rally de Portugal

Rally
Lucas Moraes fica em 6º lugar na abertura do Rally de Portugal

Audi: Ainda é muito cedo para termos equipes clientes na F1

Fórmula 1
Audi: Ainda é muito cedo para termos equipes clientes na F1

F1: Aston Martin pede à imprensa que evite fazer perguntas "polêmica" aos pilotos da equipe

Fórmula 1
GP da China
F1: Aston Martin pede à imprensa que evite fazer perguntas "polêmica" aos pilotos da equipe

MotoGP: Organização do GP do Brasil elogia drenagem do Autódromo de Goiânia após forte chuva

MotoGP
GP do Brasil
MotoGP: Organização do GP do Brasil elogia drenagem do Autódromo de Goiânia após forte chuva

NASCAR Brasil: Mobil e Full Time apresentam layout do carro de Murilo Rocha

NASCAR Brasil
DUELO - Circuito Panamericano Pirelli
NASCAR Brasil: Mobil e Full Time apresentam layout do carro de Murilo Rocha

Astro da MotoGP, Márquez comenta sobre novas regras da F1: "É preciso ter paciência"

MotoGP
GP do Brasil
Astro da MotoGP, Márquez comenta sobre novas regras da F1: "É preciso ter paciência"
Últimas notícias

Aumento das tensões no Bahrein não preocupa as equipes

Times afirmam que a FIA não recomendou que fossem tomadas medidas extras de segurança para quarta etapa do mundial

Cerca de cem pessoas foram presas no Bahrein nas últimas semanas, após a intensificação dos protestos de grupos opositores contra a ditadura que controla o país, motivada pela proximidade do GP do Bahrein de Fórmula 1.

O evento se tornou um dos símbolos do regime, devido ao envolvimento direto do governo e em seu uso como propaganda do país internacionalmente. A família real barenita tem laços estreitos com o esporte, inclusive com participação acionária na equipe inglesa McLaren, por meio da estatal Mumtalakat Holding Company.

Ativistas e manifestantes barenitas têm pedido, desde 2012, o cancelamento do GP devido às violações de direitos humanos cometidas pelo regime. No ano anterior, a prova não foi realizada como resultado das tensões internas.

Na segunda-feira, um carro-bomba explodiu em Manama, sem deixar feridos. Ontem, a polícia do Bahrein entrou em confronto e atirou gás lacrimogêneo em estudantes durante um protesto em uma escola secundária também na capital.

Motivado pelos enfrentamentos, um grupo de parlamentares enviou uma carta ao promotor da Fómrula 1, Bernie Ecclestone, pedindo o cancelamento da prova. Os britânicos já haviam feito algo semelhante ano passado, sem sucesso. “Ano passado, a corrida foi disputada sob lei marcial. Trezentas pessoas foram presas e algumas passaram meses na cadeia”, lembrou a carta. “Acho que as pessoas mais democráticas ficariam chocadas se vocês deixassem que o Bahrein continuasse sediando uma etapa do campeonato em meio a atrocidades cometidas aos direitos humanos.”

As equipes, contudo, apoiam a realização da prova. A postura padrão é aceitar quaisquer que sejam as orientações da Federação Internacional de Automobilismo. “Cabe à FIA nos dar os indicativos se precisamos tomar medidas adicionais de segurança. Até agora, eles não o fizeram”, anunciou a Ferrari. Red Bull, McLaren e Williams afirmaram que não tomarão medidas extras de segurança.

Para a chefe da Sauber, Monisha Kaltenborn, a experiência do ano passado dá tranquilidade às equipes. “Vimos que é de se questionar a cobertura da mídia feita antes da prova, pois não houve qualquer situação em que você realmente sentia que era errado estar lá”, afirmou à Autosport.

Mesmo a Force India, que chegou a abandonar a segunda sessão de treinos livres ano passado temendo o retorno ao hotel após o anoitecer depois que houve uma explosão perto de um carro que levava seus mecânicos da pista no dia anterior, diz que não há problemas em voltar ao Bahrein.

"Podem haver incidentes. O que aconteceu conosco foi uma daquelas coisas tristes que aconteciam ano passado e tudo ficou fora de proporção. Não vejo problemas neste ano. Haverá algo, mas relativamente menor e, tomara que não atinja a Force India”, afirmou o chefe substituto da equipe, Bob Furnley, também à publicação britânica. 

Artigo anterior Lotus testará o DRS duplo antes do GP da Espanha
Próximo artigo Alonso e Hamilton revelam trabalho na fábrica para melhorar

Principais comentários