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Ben Sulayem obtém importante vitória política com aprovação de mudanças polêmicas no estatuto da FIA

Resultado pode ser visto como indicativo da força do atual presidente, que busca a reeleição em dezembro

Mohammed ben Sulayem, FIA President, Nikolas Tombazis, FIA Single Seater Director

A Assembleia Geral da FIA aprovou mudanças nos estatutos e no código de ética da entidade governamental, em uma manobra que é vista como uma vitória política para o presidente Mohamed Ben Sulayem, em meio a uma enxurrada de críticas com acusações do catariano por corroer os padrões de governança.

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Na quinta-feira, a Assembleia Geral, que se reuniu em Macau esta semana, votou emendas que supostamente antecipam o prazo para a declaração de possíveis candidatos à presidência, aumentam a influência do presidente sobre os membros do Senado da FIA e alinham os mandatos dos comitês de auditoria, ética e nomeação com o mandato de quatro anos do presidente.

As emendas também incluem disposições para que possíveis candidatos presidenciais sejam bloqueados se seus registros questionarem sua integridade.

Conforme relatado inicialmente pela BBC e confirmado pelo Motorsport.com, os membros da FIA aprovaram as emendas ao estatuto com uma maioria de 83,35%. As mudanças no código de ética foram aprovadas por 88,83%.

"A FIA tem tomado medidas desde 2021 para fortalecer suas políticas de governança corporativa", comentou a FIA em um comunicado fornecido ao Motorsport.com. "Essas políticas orientam as operações da FIA e garantem que suas regras, práticas e processos sejam robustos e transparentes".

"As emendas propostas aos Estatutos da FIA são projetadas para fortalecer ainda mais os processos em torno da governança e da confidencialidade. Elas darão ao Comitê de Nomeações mais tempo para examinar os critérios de elegibilidade dos candidatos e ajudarão a garantir a consistência e o rigor no processo eleitoral".

"Todas as emendas propostas foram votadas por uma super maioria dos clubes membros da FIA nas Assembléias Gerais, em linha com o processo democrático que rege a tomada de decisões dentro da Federação".

FIA flag

Bandeira da FIA

Foto de: Eric Gilbert

O tamanho do apoio às mudanças pode ser visto como uma grande vitória para Ben Sulayem, que deve ser reeleito em dezembro na próxima Assembleia Geral em Tashkent, no Uzbequistão, mas tem enfrentado críticas crescentes nos últimos anos sobre seu estilo de governança.

O presidente da Motorsport UK (Confederação Britânica de Automobilismo), David Richards, disse que tem "preocupações sobre a erosão da responsabilidade e da boa governança dentro da FIA", que tem visto uma alta rotatividade de funcionários nos últimos três anos.

Richards foi impedido de participar de uma reunião do Conselho Mundial do Esporte a Motor depois de se recusar a assinar um acordo de confidencialidade reforçado.

Robert Reid, ex-vice-presidente esportivo de Ben Sulayem, renunciou ao cargo em abril devido ao seu desconforto com "decisões críticas tomadas sem o devido processo", bem como com um "colapso fundamental nos padrões de governança" sob o comando de Ben Sulayem, cuja mais recente iniciativa de mudar os estatutos da FIA é vista como uma consolidação de poder por seus críticos.

Conforme relatado pela Reuters, a Associação Automobilística Austríaca OAMTC pediu aos membros da FIA que votassem contra as propostas em uma carta endereçada aos membros do conselho mundial de mobilidade da FIA, enviada na véspera da votação em Macau.

"Não há urgência em relação a essas mudanças propostas... elas correm o risco de contribuir ainda mais para a erosão da reputação da FIA em termos de governança competente e transparente", dizia a carta.

"Não pode ser - e não é - uma coincidência que mudanças relevantes para as eleições da FIA tenham sido promovidas pela liderança da FIA ao mesmo tempo em que o presidente em exercício da FIA anunciou a intenção de concorrer a essas eleições".

Mohammed ben Sulayem, FIA President

Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA

Foto de: Sam Bloxham / Motorsport Images via Getty Images

"Quando houver o risco de essas mudanças parecerem beneficiar a atual administração da FIA, e não a própria FIA, elas não devem ser adotadas".

No momento da publicação do relatório, Ben Sulayem estava concorrendo sem oposição em dezembro, embora a lenda do rali Carlos Sainz tenha dito ao Motorsport.com em maio que está considerando concorrer ao cargo.

A possível candidatura do espanhol foi bem recebida no paddock da F1, onde vários pilotos manifestaram preocupação com a forma como o atual presidente abordou várias questões, incluindo a proibição de xingamentos, que foi recentemente atenuada. Mas a votação de quinta-feira é mais uma prova da posição confortável em que o presidente em exercício se encontra em todo o mundo.

No mês passado, Ben Sulayem recebeu o voto de apoio de 36 membros, em grande parte sediados nas Américas, enquanto também conta com forte apoio na África e na Ásia. Cada país membro da FIA recebe o mesmo máximo de 24 votos, 12 para esporte e 12 para mobilidade.

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