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Brawn: "F1 está em encruzilhada" sobre relevância para ruas

Ross Brawn diz que categoria precisa repensar tecnologia atual de motores, questionando relevância para a indústria automotiva

Valtteri Bottas, Mercedes AMG F1 W08, Sebastian Vettel, Ferrari SF70H, Kimi Raikkonen, Ferrari SF70H

Em 2014, a Fórmula 1 introduziu os motores híbridos, com as fabricantes na expectativa de transferir tecnologia das pistas para as ruas.

Mais cedo neste ano, entretanto, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e as fabricantes - tanto as atualmente no grid como outras que não estão - concordaram que a tecnologia atual deve ser substituída por motores mais baratos, simples e barulhentos.

As discussões sobre a futura tecnologia seguem em andamento, com Brawn destacando que a F1 deve tomar a liderança das conversas da indústria automotiva - que se direciona para carros autônomos e energias alternativas.

"O motor é um elemento fundamental que precisamos acertar", disse Brawn aos repórteres no Canadá. "Junto à FIA, às equipes e às fabricantes de motores interessadas, discutimos no momento para entender que tipo de motor queremos para o futuro.

"A F1 está em uma encruzilhada. O mundo automotivo caminha para rumos totalmente diferentes agora, com energias alternativas, carros elétricos, condução autônoma e isso não é a F1. Como podemos encontrar um caminho relevante para o futuro?

Na Pesquisa Global de Fãs, conduzida pelo Motorsport Network, os fãs disseram que há o desejo de que a F1 dite o ritmo em termos de tecnologia. Desde a pesquisa anterior, de 2015, houve um aumento de 19,1% na quantidade de fãs que destacam a importância da tecnologia na F1.

Brawn concorda com a tese de que a tecnologia segue sendo um elemento importante da F1, mas insiste em balancear isso com boas corridas.

"Precisamos de um caminho que engaje os fãs - se não temos fãs acompanhando e assistindo, não temos nada", afirmou.

"Existe um cuidadoso equilíbrio envolvendo o desafio técnico que precisamos manter na F1, pois isso é um elemento importante, mas não podemos levar isso a um nível que tal elemento se torne uma distração e tire o foco das corridas.

"Eu diria que a atitude dos times tem sido bastante positiva. Com a FIA, estamos trabalhando para encontrar soluções para o futuro", comentou Brawn, que não estabeleceu um prazo para tomar uma decisão, mas destacou o desejo de procurar uma solução pensada e planejada em vez de decisões sem muita análise.

As conversas sobre mudanças nos motores surgiu após Helmut Marko, consultor da Red Bull, dizer que os chefes da F1 precisam aparecer com uma solução de motor independente para 2021 neste ano, ressaltando que a categoria corre o risco de perder o time austríaco.

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