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Cervejarias, bancos e churrascaria; veja marcas brasileiras que já passaram pela F1

Sucesso de Senna, Piquet e Fittipaldi criou tradição de patrocinadores brasileiros na categoria máxima do automobilismo

Roberto Moreno, Forti Corse

Após a confirmação do fim da parceria entre McLaren e Petrobras, a única ligação do Brasil com a Fórmula 1 passa a ser o GP do Brasil, já que o país não tem mais nenhum piloto no grid desde 2017 e nenhuma marca estampada nas cores das equipes.

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No entanto, a presença de marcas nacionais na categoria não começou com a petrolífera, mas muito antes, em 1975, com a criação da equipe Copersucar. A empresa da área de açúcar e etanol se associou à Emerson Fittipaldi e desde então, muitas outras chegaram à F1.

Da cerveja ao churrasco, confira as marcas brasileiras que já marcaram presença na categoria máxima do automobilismo.

1975 - Empresa brasileira da área de açúcar e etanol, a Copersucar entrou na F1 em 1975 com equipe própria.
1976 - Nos primeiros anos, a marca da empresa era a única estampada em seus carros.
1977 - Até a chegada de marcas que timidamente, começaram a apoiar a iniciativa.
Em 1978, a Varig, extinta companhia aérea fechou uma parceria de transporte com a Arrows na F1.
1979 - Como os lubrificantes Varga, que se juntou à Copersucar em 1979.
Nelson Piquet contou com o apoio de empesas como Brastemp e Caracu.
Em 1980, a Skol foi a patrocinadora principal da equipe de Emerson Fittipaldi. No entanto, a cervejaria, muito famosa no Brasil, foi fundada por um consórcio de empresas europeias e tem suas origens na Bélgica e África do Sul. Hoje, a Inbev detém os direitos da marca na América do Sul.
A força dos pilotos brasileiros passou a atrair marcas para a categoria. Também confundida como marca brasileira, a Parmalat, que tem forte presença no Brasil, é uma empresa italiana.
1981 - A equipe de Fittipaldi atraiu a marca de bicicletas Caloi, em 1981.
1981 - Além da seguradora Atlântica Boavista.
1982 - E de outras, como a Brasilinvest.
e o Sal Cisne.
1982 - Além do Café do Brasil.
Senna chegou à F1 apoiado pelo Banco Nacional.
Rubens Barrichello atraiu a empresa especializada em molhos e enlatados, Arisco.
Em 1994, a churrascaria Fogo de Chão patrocinou a equipe Simtek no GP do Brasil, pagando a publicidade com fornecimento de refeições. A empresa já havia feito o mesmo em outras temporadas no início dos anos 90.
Em meados dos anos 90, o grupo Pão de Açúcar, da família do brasileiro Pedro Paulo Diniz investiu na Forti Corse, expondo marcas vendidas nos supermercados da rede que apoiaram a empreitada do brasileiro e de Roberto Moreno.
Diversas marcas estiveram presentes no carro da equipe ao longo da temporada.
No entanto, a presença de maior peso na F1 foi da Petrobras, que se associou a Williams em 1999.
Permanecendo com a equipe até 2008.
Com a transferência de Massa para a Williams em 2014, a petrolífera voltou a estampar sua marca na equipe.
Nos anos mais recentes, o Banco do Brasil foi principal patrocinador da Sauber durante a permanência de Felipe Nasr na equipe.
Desde 2018 a Petrobras esteve próxima à McLaren, fazendo a parceria oficial no início deste ano.
Parceria desfeita dez meses depois.
A cerveja Itaipava, a bebida energética TNT e o Banco do Brasil também estiveram nos carros da Brawn, em 2009.
Bruno Senna ostentou as marcas da Embratel e da OGX de Eike Batista pela  Hispania, em 2010.
Mauricio Gugelmin era o garoto-propaganda da Perdigão na March.
O Banco Safra esteve no carro da Tyrrell de Ricardo Rosset em 1997 e 1998
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