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Chefe da Ferrari 'nega' crise: “Estamos no meio de uma tempestade”

Equipe italiana é atualmente a quinta colocada no Mundial de Construtores, após terminar o GP da Bélgica sem pontuar no campeonato

Sebastian Vettel, Ferrari SF1000, runs wide

Após mais um resultado ruim na Fórmula 1, o chefe de equipe da Ferrari, Mattia Binotto, negou que a escuderia italiana esteja em crise. Com a 13ª e 14ª colocações na corrida deste domingo na Bélgica, em Spa-Francorchamps, a Ferrari é apenas a quinta colocada no Mundial de Construtores – são apenas dois pódios na temporada, ambos conquistados por Charles Leclerc.

O monegasco venceu pela primeira vez com a Ferrari justamente na Bélgica em 2019, superando os dois carros da Mercedes em um traçado em que a potência dos motores é importante para um bom desempenho.

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“Esta é uma pista que exige potência e eficiência aerodinâmica e não adianta se esconder atrás de um dedo: no momento, faltam os dois”, admitiu Binotto após a prova deste domingo.

Agora com um equipamento claramente deficitário neste quesito, a equipe buscará soluções para correr em casa na semana que vem, em Monza. No ano passado, inclusive, Leclerc triunfou no traçado italiano e conquistou a primeira vitória da Ferrari em casa desde 2010.

Após o resultado em Spa, Binotto foi questionado se era certo falar em crise e afirmou que “é errado incomodar a palavra crise no momento que estamos passando”.

“Certamente é um resultado muito ruim dentro da difícil temporada que estamos jogando, sabíamos disso, vimos isso no teste de inverno. Então veio o congelamento e a impossibilidade de desenvolver o carro”, disse Binotto.

“Nós sabemos, temos que manter os dentes cerrados, sabemos que estamos construindo para o futuro. Estamos no meio de uma tempestade, não há dúvida. Não estamos em crise, estamos no meio de uma tempestade. Conhecemos o nosso rumo e devemos tentar mantê-lo, olhando para frente, para o futuro”.

Questionado sobre o que gostaria de dizer aos fãs da Ferrari, o chefe de equipe da escuderia de Maranello pediu desculpas pelo desempenho e disse que o motor mascarou alguns problemas do carro na temporada passada. “Nós entendemos os fãs, sentimos muito, somos os primeiros e sentimos muito por eles também”, disse Binotto.

“O que está acontecendo, de fato, é que nós temos um carro que perdeu potência, assim como todos os fabricantes de motores perderam. Nós mais do que os outros. No ano passado o motor cobriu parcialmente os limites da máquina, mas este ano já não. Os limites da máquina estão emergindo. Nesse ponto é claro que devemos melhorar”.

Binotto ainda afirmou que todos da equipe assumem responsabilidade pelo que está acontecendo na Ferrari. “Embora a equipe esteja no meio da tempestade, estamos muito unidos. Não há crise, não há tensão. Há amargura, frustração em cada um de nós. Mas acredito que essa frustração deve se transformar em reação e determinação”, completou.

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