Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

Indy inicia temporada 2026 com Brasil no grid, sem Prema e retorno da Band

Indy
Indy inicia temporada 2026 com Brasil no grid, sem Prema e retorno da Band

Apple e Netflix anunciam parceria histórica para cobertura de F1 nos EUA

Fórmula 1
Apple e Netflix anunciam parceria histórica para cobertura de F1 nos EUA

MotoGP: Márquez revela que lesão da Indonésia afeta escolha de pacote aerodinâmico da Ducati para 2026

MotoGP
GP da Tailândia
MotoGP: Márquez revela que lesão da Indonésia afeta escolha de pacote aerodinâmico da Ducati para 2026

Qual é a história de altos e baixos da Ford na F1?

Fórmula 1
Qual é a história de altos e baixos da Ford na F1?

Qual é a exigência de Alonso para disputar as 24 Horas de Le Mans com Verstappen e Vettel?

Fórmula 1
Qual é a exigência de Alonso para disputar as 24 Horas de Le Mans com Verstappen e Vettel?

Títulos, vitórias e mais: os recordes da MotoGP que Marc Márquez pode quebrar em 2026

MotoGP
Buriram Official Testing
Títulos, vitórias e mais: os recordes da MotoGP que Marc Márquez pode quebrar em 2026

F1 - Russell alfineta 'clã Verstappen': "Eles gostam de manipular as situações"

Fórmula 1
F1 - Russell alfineta 'clã Verstappen': "Eles gostam de manipular as situações"

VÍDEO: MotoGP divulga vinheta de abertura da temporada 2026 com Diogo Moreira

MotoGP
GP da Tailândia
VÍDEO: MotoGP divulga vinheta de abertura da temporada 2026 com Diogo Moreira
Conteúdo especial

Chico Landi, 1º brasileiro da história da Fórmula 1, morria há 30 anos

Vítima de um ataque cardíaco, Landi faleceu em 7 de junho de 1989

Chico Landi, Maserati A6GCM

Há exatos 30 anos, em 7 de junho de 1989, o Brasil perdia um pioneiro no automobilismo mundial: Chico Landi.

Filho de italianos, Francisco Sacco Landi nasceu em São Paulo em 1907 e foi o primeiro brasileiro a pilotar na Fórmula 1.

Leia também:

Chico Landi disputou seis GP's na categoria máxima do automobilismo, fazendo sua estreia na Itália em 1951, e se despedindo da categoria na Argentina em 1956.

Landi pilotou pela Escuderia Bandeirantes, Milano e Maserati, tendo como melhor resultado um quarto lugar justamente na que seria sua última prova, na Argentina, em 1956.

Na prova de estreia, Chico Landi correu com uma Ferrari alugada, que durou apenas uma volta após problemas na transmissão.

Durante a falta de combustível na Segunda Guerra Mundial, a empresa do ex-piloto, a Francisco Landi & Cia Ltda. criou o gasogênio, que, através de incentivos governamentais, foi amplamente usado em carros particulares e de transporte público.

Este equipamento, era instalado nos veículos para produzir o combustível popularmente conhecido como "gás pobre", usado como substituto da gasolina. O grave racionamento de combustíveis durante a guerra, provocou a suspensão das corridas de automóveis no país. Para que estas tivessem continuidade, o gás pobre passou a ser usado como combustível também no automobilismo.

Chico Landi foi diretor do Autódromo de Interlagos até 1985 e era visto como referência na categoria, sempre citado por Emerson Fittipaldi.

Artigo anterior Mercedes confirma participação em 2ª temporada da série da F1 no Netflix
Próximo artigo Hamilton bate e Leclerc faz o melhor tempo da sexta-feira no Canadá

Principais comentários

Últimas notícias