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Com três equipes na briga, Massa vê "guerra" em Budapeste

Piloto credita o sexto lugar a um erro em sua volta rápida e crê que McLaren, Ferrari e Red Bull estão muito próximas

Massa foi o sexto nos treinos livres

Sexto nos treinos livres para o GP da Hungria, Felipe Massa afirmou ao TotalRace acreditar que a corrida em Budapeste será uma “guerra” entre Ferrari, McLaren e Red Bull. Para o brasileiro, os times estão muito próximos.

“Acho que vai ser uma corrida competitiva. Na classificação, temos essas três equipes fazendo tempos parecidos e acredito que vai ser uma guerra entre elas. Podemos ter uma situação semelhante à da Alemanha, mas o cenário também pode mudar a ponto de vermos os seis pilotos brigando.”

O brasileiro elogiou o carro e contou que o erro em sua primeira volta com os pneus macios prejudicou seu melhor tempo. Assim, justifica os oito décimos de diferença em relação ao companheiro Fernando Alonso.

“Acho que não foi ruim. Poderia ter sido um pouco melhor, mas quando eu coloquei pneu supermacio, melhorei muito em relação ao macio. Na minha primeira volta com ele, estava vindo bem e acabei errando, saindo da pista e perdi aquela volta que era a melhor. Depois, o pneu piora. O resultado final não é representativo para amanhã. Na simulação de corrida, o carro se comportou bem.”

Muitos pilotos têm reclamado da pouca durabilidade do pneu supermacio, mas o brasileiro alertou que o composto mais duro também mostrou ter vida útil curta nos treinos livres.

“O macio também está durando superpouco, então não é uma situação fácil para a corrida. Vamos sofrer durante a prova e, com certeza, teremos muitas paradas.”

Correndo em uma pista travada, o piloto da Ferrari reconhece que Budapeste é um bom lugar para deixar para trás os problemas que vem tendo na classficação.

“A classificação é importante aqui e, quando vamos para uma pista em que é difícil ultrapassar, é sempre melhor largar na frente. Espero fazer um tempo competitivo e ter um bom carro para poder lutar pelas primeiras colocações logo de cara.”

(colaboraram Felipe Motta e Luis Fernando Ramos, de Budapeste)

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