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Confiante, Vergne não teme impaciência da Red Bull

Francês parte para segundo ano na Toro Rosso com a certeza de que sua experiência vai ajudar na performance

O francês Jean-Eric Vergne se prepara para sua segunda temporada completa na Fórmula 1 com a expectativa de que, se não mostrar serviço, pode seguir o exemplo de Sebastien Buemi e Jaime Alguersuari e entrar para a fila do desemprego.

Afinal, é assim que funciona o programa de jovens pilotos da Red Bull – e o piloto de 22 anos mostra saber muito bem disso. “Não estou muito preocupado. Confio que terei a performance. Sei que, quando tenho um carro bom, posso fazer algo. Mostrei isso ano passado com o carro que tínhamos, e diria que fizemos algumas boas corridas”, afirmou o francês, quando perguntado sobre a impaciência da Red Bull em seu programa de desenvolvimento. “Neste ano, definitivamente temos um carro melhor comparado com o do ano passado. Sou um piloto melhor, com mais experiência, e essa combinação automaticamente nos dará resultados melhores.”

Questionado sobre a ascensão do português Antonio Felix da Costa, visto como sucessor natural à uma possível vaga na Toro Rosso após ser terceiro colocado na GP3 e vencedor do GP de Macau ano passado, Vergne se mostrou tranquilo. “Não vejo problemas nisso. É como a Red Bull funciona. Já estive na mesma posição. Antonio é um bom piloto. Se ele seguir fazendo um bom trabalho, merece estar na F-1 e, seguindo a política da Red Bull, se um de nós, eu ou Daniel, for bom o bastante para estar na equipe principal um dia, deixaremos um assento livre na Toro Rosso."

“Todos têm de merecer uma vaga – na F-1 ou na melhor equipe da F-1. Você tem de ir bem. De qualquer maneira, não estou aqui para participar da F-1. Tenho objetivos e quero ter sucesso. A pressão é apenas a minha em eu mesmo.”

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