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Conheça a história do circuito mais longo a sediar um GP de F1

Em 18 de agosto de 1957, o GP de Pescara foi realizado no circuito mais longo em que uma corrida já foi realizada na história da Fórmula 1

Jack Brabham, Cooper T43-Climax

A história da Fórmula 1 levou pilotos e equipes a uma infinidade de locais com pistas exclusivas. No entanto, há uma que parece ter caído no esquecimento, apesar de ter sido a pista mais longa em que um GP foi realizado na categoria, e não é outra senão a corrida de Pescara.

Em 1957, as equipes desembarcaram na Itália para a sétima etapa do calendário, com o título de campeão já decidido na etapa anterior, na Alemanha, nas mãos de Juan Manuel Fangio. O argentino chegou à cidade italiana depois do que seria sua última vitória na F1.

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Todos tiveram que enfrentar os 25.579 metros da pista de Pescaresi por 18 voltas, o que totalizou mais de 460 quilômetros, uma distância maior que a viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro de carro.

Mais de 200.000 torcedores foram ao local para desfrutar da única ocasião em que os monopostos correram nessa pista perigosa que corria ao longo das estradas dos vilarejos próximos. Muito antes disso, um conhecido de todos os fãs do automobilismo, Enzo Ferrari, conquistou a vitória em 1924 na Acerbo Cup.

Em 18 de agosto, o pentacampeão largou da primeira posição em sua Maserati depois de conquistar a pole position com uma vantagem de mais de dez segundos sobre Stirling Moss, diferença essa que evidenciava a extensão do circuito, já que a volta mais rápida foi de 9:44,6. Mas todos os pilotos ficaram abaixo da marca de dez minutos.

O terceiro piloto mais rápido, Luigi Musso e sua Ferrari, conseguiu ultrapassar os dois líderes para cruzar a linha de chegada na liderança após a largada, mas o piloto britânico da Vanwall's logo assumiu a liderança e a manteve pelo resto da corrida, que durou quase três horas.

Moss conquistou a vitória e os nove pontos, pontuação da época para o vencedor, em uma corrida em que apenas sete competidores terminaram. Entre eles estavam Jack Brabham, que terminou em último, três voltas atrás do vencedor, e também estava presente o primeiro espanhol na história da F1, Francisco Godía-Sales, que teve de se retirar devido a um problema no motor na décima volta.

O pódio do GP de Pescara de 1957 foi completado por Juan Manuel Fangio, que teve de se contentar com o segundo lugar, e pelo surpreendente Harry Schell, que comemorou o fato de terminar entre os três primeiros pela primeira vez na vida, algo que só repetiu no GP da Holanda no ano seguinte, quando terminou em segundo.

As corridas no circuito italiano continuaram a acontecer, mas fora da F1.  O último grande evento sediado pela pista foi em 1961, quando o Campeonato Mundial de Endurance viajou para o circuito italiano, com o carro dirigido por Lorenzo Bandini e Giorgio Scarlatti sair vitorioso, antes que a segurança para pilotos e espectadores não fosse o mínimo para continuar com os carros mais rápidos do planeta.

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