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'Cria' da Sauber, Massa vê equipe em boas mãos com Monisha

Ferrarista relembra como era trabalhar com Peter Sauber e Senna reconhece dificuldade em ver mulheres chefes no automobilismo

O brasileiro trabalhou com a nova chefe do time suíço, Monisha Kaltenborn, quando a indiana ainda prestava apenas serviços jurídicos para a empresa de Peter Sauber. “É uma equipe que conquistou bastante coisa na F-1”, afirmou o piloto, hoje na Ferrari, ao TotalRace. “O Peter Sauber tem aquele estilo dele de ser. Ele não consegue ver um carro sujo ou, se você chegar sem a asa no box, já vê a cara dele puto da vida. Mas ele tem seu talento, levando a Sauber até onde ela chegou. Depois da venda para a BMW, ele teve a chance de pegar a equipe de volta, algo que não era fácil pelo momento da economia”.

Massa destaca a experiência de Monisha dentro da equipe e acredita que ela se dará bem no novo papel. “Na época em que eu corria lá, a Monisha trabalhava como advogada. Conhecia-a bem, mas em um papel diferente. Nunca trabalhei com ela na parte técnica e esportiva, mas acho que ela conquistou muita coisa, desde quando começou. Independentemente de ser uma mulher, acho que tem uma boa pessoa cuidando da equipe. Ela está lá há muito tempo e acho que já entendeu muita coisa do ponto de vista técnico. É uma boa pessoa e acho que isso também será importante para a equipe”.

Já Bruno Senna minimizou o fato de tratar-se da primeira mulher a se tornar chefe de equipe na Fórmula 1. Afinal, o importante é que Monisha seja capacitada para a função. “No automobilismo, há um estigma muito grande de ter mulheres em cargos de chefia. É muito difícil de ver isso e acho que quebra uma barreira, o que é bem interessante. Obviamente, eles confiam que ela pode fazer o trabalho, assim como se fosse qualquer outra pessoa, e isso é o mais importante”.

Mas o brasileiro admite que histórias como a da nova chefe da Sauber não são comuns. “Na minha experiência pessoal, nunca tive, fora das áreas de marketing e imprensa, nunca trabalhei com mulheres em posições de engenharia. Na Renault, tinha uma moça engenheira e outra que cuidava de peças sobressalentes, mas em posições altas não me é familiar”.

Bem diferente, é verdade, do que vive dentro de sua própria casa, chefiada por uma mulher, sua mãe, Viviane, desde sua infância. “Minha mãe é um grande exemplo de alguém que pode fazer um grande trabalho, independente do sexo, e acho que todo o conhecimento dela faz diferença para muita gente dentro e fora do setor empresarial”.

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