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De la Rosa comemora evolução da HRT na primeira metade

Espanhol lembra que equipe estava a mais de 7% dos melhores na Austrália e já tirou cerca de metade da diferença

Estar a menos de 4% do tempo da pole não é exatamente animador para nenhuma equipe na F-1, exceto se, na primeira das 11 etapas do ano, você ficasse de fora do grid por não ter conseguido ser menos de 7% mais lento que o melhor tempo do Q1. Esse é o caso da HRT, que comemora os avanços desde o início da temporada e espera diminuir ainda mais a diferença até o final do ano.

“O balanço da primeira metade é positivo, pois conseguimos o que tínhamos proposto, que era diminuir a diferença em relação à pole position”, garantiu Pedro de la Rosa ao TotalRace. “Se olharmos de onde viemos, na primeira corrida estávamos fora dos 107% e em Valência fizemos nosso recorde, que é estar a 103,4% da pole. Reduzimos drasticamente a distância, mas queremos mais e, para isso, temos a segunda metade da temporada. Teremos um novo pacote aerodinâmico em Cingapura se tudo correr bem e então saberemos se podemos diminuir ainda mais essa diferença.”

Em Spa, o espanhol não sabe como será o desempenho do carro, mas salienta a dificuldade – e o prazer – de andar na pista belga.

“É um circuito muito técnico, no qual você não pode cometer erros. São várias curvas acima de quarta marcha e, quando você percorre uma curva dessas bem a felicidade é única.”

“Não sei como estaremos em relação aos demais. Analisando friamente o traçado, não seria bom para nosso carro, pois é muito rápido. Mas também é verdade que usaremos as asas de carga aerodinâmica média do Canadá, que deram certo.” 

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