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Dono da Force India sofre pressão por dívida de 1,3 bi

Chefe da equipe garante que problemas financeiros de Vijay Mallya não vão interferir no futuro do time

A situação financeira da companhia aérea Kingfisher Airlines, de Vijay Mallya, dono na Force India, não para de se complicar. O bilionário indiano está sendo cobrado por 17 credores em seu país natal devido aos empréstimos cedidos à companhia, que está impedida de voar desde outubro. Calcula-se que as dívidas da empresa cheguem a 1,3 bilhões de dólares.

Os bens de Mallya incluem uma grande coleção de carros, super iates e times na liga indiana de críquete e, é claro, na Fórmula 1. Ainda assim, de acordo com o jornal Financial Times, os credores esperam recuperar apenas 30% do débito total.

Mallya já vendeu parte de seus negócios por 1,2 bilhões de dólares no final do ano passado, mas não colocou o dinheiro na companhia aérea. E foi justamente isso que levou os credores a tomarem uma atitude.

Segundo o chefe da Force India, Bob Fernley, isso não afeta a equipe. “Não há conexão entre o que acontece nos negócios de Vijay e sua equipe na Fórmula 1. Então não importa o que acontece por lá. As ações da United Spirits [empresa da qual o indiano vendeu parte] quadriplicaram nos últimos meses, então ele fez um ótimo negócio. Mas a United Spirits ou a Kingfisher indo bem não afeta nossa equipe. E é muito difícil para nós fazermos as pessoas entender isso”, afirmou durante o lançamento do carro.

“Sempre há alguma matéria dizendo que estamos à venda, mas ainda estamos aqui e a força da Force India, algo de que muita gente esquece, está em nossos acionistas. Não precisamos ir ao mercado externo para aumentar nosso orçamento”, garantiu.

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