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Ecclestone confirma venda de ações e tira fatia da Marussia

Depois de três anos recebendo 10 milhões de dólares por participação, equipe que ficar em 11º estará de fora do bolo

O CEO da FOM, detentora dos direitos comerciais da F-1, Bernie Ecclestone, revelou que os planos de colocar as ações da categoria no mercado financeiro seguem a pleno vapor e que haverá mudanças na divisão dos 698,5 milhões de dólares arrecadados pela FOM e que serão revertidos para as equipes.

A divisão é feita em relação à colocação de cada time no Mundial de Construtores. Desde que as três nanicas – hoje Caterham e Marussia, com a falência da HRT – entraram na F-1, Ecclestone fez um acordo com o então presidente da FIA, Max Mosley, para que todos os times recebessem pelo menos 10 milhões de dólares cada. Agora, só terão direito a parte do dinheiro da FOM os 10 primeiros colocados. Atualmente, são 11 equipes no grid.

O pagamento estava previsto no Pacto da Concórdia, que era válido até o final do ano passado. Para substituí-lo, Ecclestone assinou contratos em separado com cada time, menos com a Marussia, que ficou em 11º em 2012. “Eles não têm um acordo comercial porque não estão no top 10. Por três anos fizemos diferente porque tínhamos um acordo com Max, mas de agora em diante pagaremos só aos 10 melhores”, afirmou ao Daily Telegraph.

Sobre a entrada da F-1 no mercado financeiro, Ecclestone revelou que a CVC, que controla o negócio, votou para prosseguir com a Oferta Pública Inicial na bolsa de valores de Cingapura. “Acontecerá neste ano”, garantiu o inglês. O plano era colocar as ações à venda ano passado, mas a crise do euro atrasou os planos.

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