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Ecclestone reclama de unidades de potência: “Isso não é F1”

Chefe comercial da categoria critica motores híbridos implementados em 2014 e crê ser difícil elaborar solução

Bernie Ecclestone
Bernie Ecclestone
Race winner and World Champion Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 W06 celebrates in parc ferme
Bernie Ecclestone,
Bernie Ecclestone com Maurizio Arrivabene, Ferrari
Bernie Ecclestone
Nico Rosberg, Mercedes AMG F1 W06

Em entrevista ao site oficial da Fórmula 1, o chefe da categoria, Bernie Ecclestone, criticou duramente as unidades de potência híbridas, concebidas no ano passado. Para o inglês de 85 anos os motores complicaram o campeonato e criaram vários problemas.

As unidades pretendem ir de encontro com a atual busca por fazer com que carros de rua cada vez menos utilizem combustíveis fósseis. Atualmente pelo menos 30% da potência dos carros de F1 é retirada de sistemas híbridos de recuperação de energia cinética e térmica.

 “Quando eu olho para trás na história da F1 digo que este motor que temos agora - esta unidade de potência - criou os maiores problemas que já tivemos”, disse.

“Todos os problemas atuais tivemos imediatamente após este novo motor.”

“Antes, nos anos 70, nós tínhamos apenas dois motores: Ferrari e Cosworth. Acho que estamos voltando para algo semelhante. Ferrari e Mercedes estão controlando o esporte através de seus motores. Fornecem a todas as equipes do paddock. Isso não é F1.”

“Preferiria um motor que fosse um pouco mais simples. O que temos agora é uma excelente peça de engenharia - mas é extremamente caro, por isso alguns fabricantes não podem pagar. E é difícil fazer uma boa unidade. Como eu disse, desejo que seja mais simples.”

“Só que as pessoas que estão bem agora não vão deixar isso acontecer, porque estão seguros.”

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