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Ecclestone se oferece para apaziguar relação entre Liberty e promotores

Antigo dirigente máximo da F1, que ainda ocupa cargo de presidente emérito, diz que “não quer deitar no leito de morte e ver o esporte que criou ir ladeira abaixo”

Bernie Ecclestone

Antigo dirigente máximo da F1, Bernie Ecclestone se colocou à disposição para ajudar a atual gestão da categoria a aliviar a crise com os promotores de GP pensando no futuro.

No início da semana, a Associação de Promotores da F1 (FOPA, da sigla em inglês) criticou publicamente a administração do Liberty Media, afirmando que a direção da categoria não mostra eficiência em seus planos para o futuro, além de questionar a tendência de obter acordos de televisão para transmissões de corridas em canais fechados e a postura adotada na negociações com a entrada de novas corridas no calendário.

Um dos pontos de discórdia foi as concessões que a F1 realizou nas negociações para a prova de Miami, quando a categoria abriu mão da taxa habitual para apostar em um esquema de “parceria” com a corrida americana – que, no fim, não tem data para sair do papel.

Ecclestone, que ainda ocupa um cargo de presidente emérito da F1, disse que poderia ajudar Chase Carey e companhia. “Se as pessoas disserem que eu deveria me envolver, aí cabe a eles. Eu sou um funcionário da empresa e farei o que me for dito”, disse, de acordo com o jornal inglês Daily Mail.

“Se eles quiserem que eu ajude, estou disposto a fazer isso. Não quero deitar no meu leito de morte e ver o esporte que eu criei ir ladeira abaixo.”

Carey e os demais diretores da F1 se reuniram novamente com os promotores de GP para esclarecer os pontos e avançar com as conversas. Há cinco provas cujos contratos são válidos somente até 2019: Espanha, Itália, Alemanha, Inglaterra e México – esta última rebateu abertamente o comunicado da FOPA.

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