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Em Sochi, McLaren deve igualar maior ‘seca’ de sua história

Sem vencer desde GP do Brasil de 2012, time igualará maior período na história da equipe longe do lugar mais alto do pódio caso não vença GP da Rússia

O McLaren MP4-30 de Fernando Alonso, McLaren é empurrado durante classificação
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren com Yasuhisa Arai, Honda Motorsport Chief Officer com Takahiro Hachigo, Honda CEO com Ron Dennis, McLaren Executive Chairman no grid
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30

2015 marca uma das piores temporadas da história da McLaren – a mais fraca desde 1980, quando o time terminou a temporada na nona colocação entre os construtores, mesmo lugar ocupado até o momento neste ano.

Nada é tão ruim, no entanto, que não possa piorar: se não vencer em Sochi, a equipe igualará o maior jejum de vitórias de sua história. Entre o GP do Japão de 1977 e o GP da Grã-Bretanha de 1981, foram 53 provas sem triunfos dos carros do time de Woking.

 

 

Já a ‘seca’ atual é de 52 provas: desde o GP do Brasil de 2012, vencido por Jenson Button, a McLaren não aparece no lugar mais alto do pódio. Caso não vença o GP da Rússia – o que dificilmente deve acontecer, dado o desempenho apresentado pelos carros da equipe até o momento – o time igualará a marca.

Na prova seguinte, o GP dos EUA, a McLaren deve, então, estabelecer um novo recorde negativo na temporada de retorno da parceria com a Honda - que, na primeira passagem pela equipe, obteve quatro títulos mundiais de pilotos – os três de Ayrton Senna, em 1988, 1990 e 1991 e um dos quatro de Alain Prost, em 1989 - e registrar o maior período da história da equipe sem colocar um de seus pilotos no topo do pódio.

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