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Ericsson diz que Nasr o forçou a ser um piloto melhor

Marcus Ericsson se diz beneficiado por ter Felipe Nasr como companheiro de equipe na Sauber, pois isso o forçou a evoluir e se tornar um piloto melhor

Marcus Ericsson, Sauber C35 leads team mate Felipe Nasr, Sauber C35
Marcus Ericsson, Sauber C35 leads team mate Felipe Nasr, Sauber C35
Marcus Ericsson, Sauber F1 Team
Felipe Nasr, Sauber F1 Team
Felipe Nasr, Sauber C35
Marcus Ericsson, Sauber C35
Felipe Nasr, Sauber C35
Marcus Ericsson, Sauber C35
Marcus Ericsson, Sauber C35
Marcus Ericsson, Sauber F1 Team, Felipe Nasr, Sauber F1 Team
Felipe Nasr, Sauber C35
Marcus Ericsson, Sauber C35

Marcus Ericsson teve Felipe Nasr como companheiro de equipe nas duas últimas temporadas da Fórmula 1.

Rivais na GP2, os pilotos sempre estiveram próximos um do outro durante 2016 e, embora o sueco tenha se colocado à frente do brasileiro em alguns treinos e corridas, foi Nasr quem conquistou os pontos que salvaram a campanha da Sauber em 2016 com o nono lugar no GP do Brasil.

Ao avaliar as duas temporadas com Nasr como companheiro de equipe, Ericsson reconheceu que estar ao lado do brasileiro o obrigou a evoluir como piloto.

"Creio que eu e Felipe sempre tivemos boas disputas", disse Ericsson. "Sempre forçamos um ao outro e, embora eu acredite que tenha sido mais forte ultimamente, ainda estamos bastante próximos", afirmou.

"Tivemos nossas discordâncias e problemas, não é segredo para ninguém. No entanto, acredito que os dois anos juntos foram positivos e, como disse, geralmente estamos próximos e forçando um ao outro a evoluir - o que é bom", acrescentou.

"Mesmo com tudo o que aconteceu, fomos capazes de colocar isso de lado e seguir em frente. Não é como se tivéssemos um incidente e não nos falássemos. Somos profissionais o suficiente para deixar isso para trás e tocar a vida", ressaltou Ericsson, único confirmado na Sauber para 2017.

Sobre a possibilidade de Nasr permanecer, Ericsson comentou: "Não sei o que vai acontecer no próximo ano. Se Felipe ficar, estarei feliz - se outra pessoa vier, sentirei o mesmo. Para mim, o importante é ter alguém forte ao lado para que nos incentivemos e avancemos com o time", observou.

Questionado sobre em quais aspectos cresceu em 2016, Ericsson respondeu: "Creio que é uma combinação de fatores. Desenvolvi meu lado mental e me tornei muito mais forte para ser eficiente quando realmente importa - classificação e corrida - e isso veio lado a lado com o modo como pilotei."

"Se no ano passado eu tentava dar o máximo em todas as sessões e ficava estressado quando não conseguia, agora eu sei que sábado e domingo são os dias que realmente importam, que os treinos livres são apenas a preparação para os momentos importantes."

"Alem disso, entendi o que preciso do carro para extrair o máximo de desempenho, sinto que consegui desenvolver isso. Durante o final de semana, sei em que aspectos trabalhar com meus engenheiros para fazer um bom trabalho nas classificações", completou.

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