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Ex-chefe da Caterham lembra: “a F1 foi um desastre para mim”

Tony Fernandes fala sobre como foi enganado pela FIA ao entrar no mundial, mas diz não se arrepender

Tony Fernandes, Caterham Team Owner in the Press Conference

O malaio Tony Fernandes, dono da empresa aérea Air Asia, decidiu se juntar à Fórmula 1 no início de 2010 ressuscitando a Lotus. No final, seu time acabou tendo que mudar de nome, e se transformou em Caterham.

No entanto, apesar de passar cinco anos na F1, a equipe jamais conseguiu pontuar e era vista sempre no fundo do grid. Fernandes relembra os momentos com ressentimento, mas diz não se arrepender da tentativa.

"A Fórmula 1 foi um desastre para mim... não fomos muito bem", admitiu Fernandes em entrevista à BBC Radio.

"Mas eu estive no grid com algumas das melhores marcas, e para mim a vida não se trata apenas de sucesso. Se trata de fazer coisas nas quais você acredita. Tínhamos lá a Ferrari, a McLaren e Frank Williams. Nós estávamos lá no mesmo grid. Em segundo plano, mas no mesmo grid."

Fernandes também contou sobre a promessa enganosa do então presidente da FIA, Max Mosley, quando o empresário estava se preparando para chegar à F1.

"Max Mosley me prometeu que a categoria reduziria os custos pela metade e isso daria a todos uma chance justa, mas isso nunca aconteceu e, de fato, as despesas aumentaram. Tudo se tornou insustentável e acho que todos têm problemas agora. Agora é uma procissão."

Fernandes lamentou que as novas equipes não tenham possibilidade de lutar por resultados importantes.

"Quando comecei a assistir a F1, chegou Eddie Jordan. Ele fundou uma equipe e neste mesmo ano ou no ano seguinte poderia ter vencido uma corrida – o que nunca mais vai acontecer", disse ele.

"Neste momento, a Haas está fazendo um bom trabalho. Mas eles estão na NASCAR há muito tempo, então é difícil. A coisa triste sobre a F1 é que eu cresci amando os pilotos e agora muitos precisam pagar para ter um assento. Muitos talentos nunca chegarão à F1, o que eu acho triste."

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