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Ex-diretor da Ferrari diz que Alonso é "incompreensível"

Demitido em 2011 e hoje um dos chefes da Mercedes, Aldo Costa revela dificuldades de trabalhar em Maranello

Um dos engenheiros da Ferrari nos tempos áureos de Michael Schumacher, Aldo Costa não esconde a satisfação por ter dado a volta por cima depois de ser demitido do time de Maranello, em 2011. Hoje um dos principais membros do comando técnico da Mercedes, o italiano explicou por que a Scuderia não vence um campeonato desde o Mundial de Construtores de 2008 – e admite que não é fácil trabalhar com Fernando Alonso.

[publicidade] “Considero Fernando um grande quando ele está no carro, pilotando. Fora do carro, eu nunca consegui entendê-lo; para mim ele tem um caráter incompreensível, é um enigma”, descreveu em entrevista ao blog do jornalista italiano Leo Turrini. “Então ele não vai vir para a Mercedes, e não vejo por que Hamilton gostaria de sair de uma equipe como a nossa.”

Costa substituiu Ross Brawn como diretor técnico da Ferrari depois de fazer parte da equipe técnica durante a era Schumacher. Após sua demissão, em maio de 2011, foi chamado pelo inglês para ser o principal projetista da Mercedes. Hoje, ele é um dos 12 engenheiros italianos da atual líder do mundial de construtores e pilotos.

“Trabalhava para uma companhia que é um mito. Não gosto de ver como esse mito está reduzido em termos de Fórmula 1, mesmo que eles tenham me demitido de uma maneira que não acredito que tenha sido muito elegante”, admitiu.

“Erros estratégicos foram cometidos – não estou falando de erros de visão – e foram muito sérios. E é claro que eles não tomaram sempre as melhores decisões em termos de pessoal. Dou um exemplo: em 2008 o departamento de corrida pediu que fosse construído um novo túnel de vento. Considerávamos isso essencial. E nos falaram que não era necessário.”

O túnel de vento acabou sendo convertido de 50 para 60% de escala, mas passou a ter problemas de calibragem. Isso levou o time a ter de alugar o equipamento que era da Toyota, na Alemanha.
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