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Ex-diretor da Minardi pede permanência da Marussia na Fórmula 1

Segundo Giancarlo Minardi, encurtamento do grid pode trazer consequências para grandes escuderias

Giancarlo Minardi, ex-diretor geral da equipe de Fórmula 1 que levava o seu nome, sabe bem o que é lutar pela sobrevivência na categoria de maior prestígio no automobilismo. Longe das pistas há uma década, ele não se intimida em opinar sobre a situação da Marussia, que briga para estar no grid em 2015. Segundo o italiano, as grandes escuderias têm a obrigação de apoiar as menores, já que isso as impede de ocupar colocações ruins.
 
[publicidade]"A rejeição à Marussia é um comportamento absurdo e antidesportivo. Se você se livrar das duas Cinderelas (Marussia e Caterham), isso significa o encurtamento do grid. Portanto, a última linha será ocupada por equipes com orçamentos e ambições muito maiores, com consequências comerciais", analisou.
 
Minardi acrescentou que a situação atual o faz lembrar de meados dos anos 1990, quando discursava nos bastidores da Fórmula 1 sobre a importância das equipes pequenas.
 
"Em 1996, no GP do Japão, eu, na esperança de conseguir fundos para o futuro, argumentei que, sem as equipes com grande paixão e dinheiro limitado, as grandes escuderias estariam inevitavelmente nas últimas filas. E eles não querem esperar anos para crescer, já que têm objetivos comerciais e de imagem para atingir a curto prazo", disse.
 
A última temporada da Minardi na Fórmula 1 foi a de 2005. Em seguida, a Red Bull comprou todo o patrimônio da escuderia italiana e a transformou na Toro Rosso.
 
Em vinte anos de história, a Minardi acumulou 346 corridas, 38 pontos, uma largada na primeira fila e uma vasta coleção de erros nas pistas.
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