Ex-F1 revela que Mercedes estaria com problemas com nova unidade de potência
Segundo Johnny Herbert, carro não ligou quando equipe tentou colocar o novo motor
Andrea Kimi Antonelli, Mercedes
Foto de: Sam Bagnall / Sutton Images via Getty Images
Assim como em 2014, no início da era híbrida da Fórmula 1, rumores começaram a aparecer no paddock de que a Mercedes seria a favorita de 2026 em relação a nova unidade de potência. No entanto, de acordo com Johnny Herbert, ex-piloto de F1, o time de Brackley tem enfrentado problemas com o motor deste ano.
"Eu não escutei nada de nenhuma equipe ainda, mas ouvi falar de problemas com a Mercedes quando eles tentaram colocar as unidades de potência na parte traseira do carro e ele não ligou", disse Herbert em entrevista ao site de apostas JeffBet. "Depois dos rumores de que a Mercedes estaria na posição mais forte para 2026, não parece que seja o caso".
"De forma geral, tem sido tudo bem silencioso nas fábricas. As equipes estão focadas, trabalhando duro e se preparando da melhor maneira possível", continuou. "Tenho certeza de que haverá muitos pequenos problemas, como sempre acontece quando se entra em um novo ano com um carro novo e regras novas. Há muitas incógnitas. É diferente quando o carro está sendo testado na fábrica e quando está correndo de verdade na pista".
Na semana passada, a FIA marcou uma reunião com especialistas para discutir uma possível vantagem que a Mercedes e a Red Bull teriam encontrado no novo regulamento. As duas equipes teriam achado uma brecha que permite mudar a taxa de compressão de suas unidades de potência durante a corrida e sob altas temperaturas, mas retornam ao limite de 16:1 quando medidas em temperatura ambiente. A taxa mais alta pode dar até 15 cavalos a mais de potência em relação aos rivais.
Em 2025, o time de Brackley foi segundo colocado entre construtores, tendo George Russell e Kimi Antonelli como titulares. Para 2026, os dois pilotos continuam com a equipe e, apesar dos comentários sobre os possíveis problemas da Mercedes, Herbert também compartilhou acreditar no protagonismo de Russell dentro do time, até mesmo colocando o britânico como candidato ao título a depender do carro.
"Ele será muito importante no ressurgimento da Mercedes. Eles querem voltar a estar lá na frente e George também pode evoluir sendo pressionado por Kimi Antonelli. A consistência é o principal fator que divide a competitividade deles no momento. George é muito consistente, enquanto Antonelli ainda não é. É uma boa mistura de experiência com juventude, e isso vai beneficiar os dois no fim das contas", explicou.
"George sabe que Antonelli vai evoluir e tem o apoio do Toto Wolff, mas acho que, com o carro certo, George pode brigar pelo campeonato", concluiu.
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