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Ex-mecânico da McLaren lembra derrota histórica em Monza/88

GP da Itália marcou a única corrida que o MP4/4 de Ayrton Senna e Alain Prost não venceu naquele ano

Ayrton Senna
Ayrton Senna
Ayrton Senna recebe a bandeira quadriculada
Pódio: vencedor Ayrton Senna e Alain Prost
Pos-race: Ayrton Senna
Podium: vencedor Alain Prost com Ayrton Senna e Michele Alboreto
Ayrton Senna
Ayrton Senna
Ayrton Senna

O dia era 11 de setembro de 1988. Um mês antes, o comendador Enzo Ferrari havia falecido, por isso a dobradinha da Ferrari de Gerhard Berger e Michelle Alboreto em Monza foi tão celebrada pelos ‘tifosi’. Além do mais, pela única vez no ano a McLaren havia sido derrotada – justamente pela Ferrari e justamente no GP da Itália.

Mas, como a hegemonia do modelo MP4/4 da McLaren-Honda nas outras 15 corridas de 1988 dá a entender, o triunfo se deve muito mais a problemas da equipe inglesa do que a uma grande performance da Ferrari.

Enquanto pressionava Ayrton Senna, Alain Prost sofreu uma falha em seu motor. Mais tarde, após ter gastado muito combustível se defendendo do rival francês, Senna foi obrigado a diminuir seu ritmo, deixando as Ferraris de Gerhard Berger e Michelle Alboreto chegarem. Tentando passar o retardatário Jean-Louis Schlesser rapidamente a duas voltas do fim, o piloto brasileiro acabou colidindo com o francês, quebrou a suspensão de seu carro e teve que abandonar. Isso deixou as Ferraris com caminho livre para uma dobradinha.

Mecânico-chefe da McLaren em 1988, Neil Trundle disse que Prost não atacou Senna propositalmente com o motor danificado, mas acabou atrapalhando o fim da corrida do brasileiro, o que acabou gerando a derrota.

"Infelizmente, isso não é verdade - é apenas uma história", explicou Trundle ao site da McLaren sobre Prost ter feito o ataque propositalmente para prejudicar a corrida de Senna.

"No entanto, a Honda colocou nos motores uma vela de ignição diferente da NGK em Monza naquele ano. O motivo pelo qual eles fizeram isso eu não sei.”

"Durante a corrida, o motor de Alain (Prost) ficou com apenas cinco cilindros funcionando, e ele só conseguiu dar mais algumas voltas antes de vir para os boxes - não o suficiente para pressionar Ayrton (Senna).”

“Nós tiramos a tampa do motor e lá estava: uma das velas tinha caído de um plugue. Um superaquecimento foi a provável causa, por isso instruímos Ayrton pelo rádio a ir mais devagar para manter as velas mais frias porque o grau errado de encaixe tinha sido usado no carro dele também”.

"Então, com cerca de cinco voltas do fim, as Ferraris começaram a chegar nele e, também tendo de economizar combustível, ele foi pego por um retardatário. Se tivéssemos mudado o plug no carro de Alain, acho que ele teria sido capaz de voltar e ainda chegar nos pontos.”

"Foi algo muito diferente por parte da Honda, porque eles raramente - ou nunca - cometiam erros como esse. Pode-se dizer que o problema com o motor do Alain lhe custou o campeonato."

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