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F1 - 2026 x 2014: qual teve mais abandonos nas duas primeiras corridas?

Nas duas primeiras corridas do ano, somamos 14 carros que não concluíram a etapa

Max Verstappen, Red Bull Racing

Max Verstappen, Red Bull Racing

Foto de: Rudy Carezzevoli / Getty Images

As duas primeiras corridas sob o novo regulamento da Fórmula 1 estão chamando a atenção pela quantidade de carros que estão deixando a pista - ou nem mesmo chegando a tomar seus lugares de largada - por inúmeros problemas. Mas a questão que fica é: essas quebras são incomuns no início de uma nova era?

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As duas primeiras corridas de 2026 - Austrália e China, com uma sprint na segunda etapa - somaram 14 abandonos por questões com os carros e esse número saltou aos olhos do público. Com uma grande mudança de regulamento, problemas não são incomuns.

Neste ano, com a entrada da Cadillac no grid, temos 11 equipes e 22 pilotos disputando. Além disso, a Mercedes, Ferrari, Audi, Red Bull-Ford e Honda são as fornecedoras de motor.

Para comparação, usaremos a temporada de 2014, que também apresentou uma grande mudança de regulamento. Houve 11 equipes e 24 pilotos na disputa - contando que houve mudanças ao longo do ano e o acidente de Jules Bianchi.

Em 2026...

Na corrida que abriu o calendário em Melbourne, Oscar Piastri e Nico Hulkenberg não conseguiram participar da largada. O australiano bateu antes mesmo de conseguir chegar ao grid depois de receber uma dose inesperada de potência, enquanto o alemão da Audi ficou com o carro parado no meio da pista.

Durante a etapa, Isack Hadjar, Valtteri Bottas e Fernando Alonso tiveram que voltar para os boxes por problemas distintos. Assim, somamos cinco carros que não terminaram a corrida (contamos o Piastri, pois a batida não foi causada por erros do piloto).

GP da Austrália

PILOTO EQUIPE PROBLEMA
Fernando Alonso Aston Martin-Honda Vibração
Valtteri Bottas Cadillac-Ferrari Sistema de combustível
Isack Hadjar Red Bull-Ford Motor
Oscar Piastri McLaren-Mercedes Acidente
Nico Hulkenberg Audi Problema mecânico
Car of Valtteri Bottas, Cadillac Racing

Car of Valtteri Bottas, Cadillac Racing

Foto de: Marcel van Dorst / EYE4images / NurPhoto via Getty Images

Não contaremos com os problemas na sprint de Xangai, uma vez que na temporada de 2014 não havia as corridas de curta duração. Mas, para mencionarmos, Bottas e Hulkenberg não terminaram a etapa por problemas no carro, enquanto Arvid Lindblad, da Racing Bulls, sofreu uma batida com outro piloto e voltou para a garagem.

Na China, Gabriel Bortoleto, Alexander Albon, Lando Norris e Oscar Piastri não conseguiram participar da largada. Os dois pilotos da McLaren enfrentaram questões na parte elétrica do motor, enquanto Alexander Albon não conseguiu largar por problemas hidráulicos. A Audi não confirmou qual foi especificamente o "problema técnico" que afetou o carro de Gabriel Bortoleto.

No caso das duas Aston Martins, o motor da Honda continua sendo uma grande questão para os pilotos - Lance Stroll voltou para a garagem por problemas na bateria, enquanto Fernando Alonso desistiu por conta das vibrações que afetaram a circulação das mãos e pés.

Max Verstappen, por sua vez, abandonou faltando dez voltas para o fim do GP. O tetracampeão foi avisado que deveria voltar para a garagem e, mais tarde, a Red Bull confirmou que havia um vazamento no sistema de refrigeração, causando uma falha no ERS (sistema de recuperação de energia).

Com isso, em Xangai, contamos mais sete abandonos por problemas apresentados pelo carro. No final, após duas corridas em 2026, tivemos 12 monopostos que não puderam finalizar uma corrida sem enfrentar batidas ou acidentes.

GP da China

PILOTO EQUIPE PROBLEMA
Max Verstappen Red Bull-Ford Vazamento de líquido de refrigeração
Fernando Alonso Aston Martin-Honda Vibrações
Lance Stroll Aston Martin-Honda Bateria
Oscar Piastri McLaren-Mercedes Elétrico
Lando Norris McLaren-Mercedes Elétrico
Gabriel Bortoleto Audi Hidraulíco
Alexander Albon Williams-Mercedes Hidraulíco
Oscar Piastri, McLaren

Oscar Piastri, McLaren

Foto de: Steven Tee / LAT Images via Getty Images

Já em 2014...

Nas duas primeiras corridas de 2014, início da era dos motores V6 turbo-híbridos, o cenário não foi muito diferente do que estamos vivendo em 2026, também marcando o começo de um regulamento que se tornou polêmico.

Na abertura do campeonato, o GP da Austrália, vários carros sofreram com falhas mecânicas logo nas primeiras voltas. O pole position Lewis Hamilton abandonou ainda no início com problemas no motor, enquanto o então campeão Sebastian Vettel também parou cedo após dificuldades no sistema de potência.

Outros abandonos ocorreram por falhas técnicas, incluindo Marcus Ericsson (problema de pressão de óleo) e os dois carros da Lotus, que sofreram com problemas na unidade de potência.

Assim, somamos quatro pilotos que não conseguiram cruzar a linha de chegada.

GP da Austrália

PILOTO EQUIPE PROBLEMA
Romain Grosjean Lotus-Renault Motor
Pastor Madlonado Lotus-Renault Motor
Marcus Ericsson Caterham-Renault Pressão do óleo
Sebastian Vettel Red Bull Racing-Renault Motor

Já na segunda etapa, na Malásia, a confiabilidade ainda foi um fator relevante. Os dois carros da Sauber abandonaram: Adrian Sutil teve falha elétrica e Esteban Gutiérrez ficou preso no neutro após um pit stop por problema no câmbio.

Daniel Ricciardo também teve uma corrida caótica: foi liberado de forma insegura nos boxes, teve de retornar para correção, sofreu quebra da asa dianteira posteriormente e acabou abandonando. Além deles, pilotos como Pastor Maldonado, Jules Bianchi e Jean-Éric Vergne também não completaram a prova por diferentes problemas mecânicos.

Assim, fechamos a conta com sete abandonos. No total, foram 11 carros com problemas de confiabilidade por conta da mudança de regulamento.

GP da Malásia

PILOTO EQUIPE PROBLEMA
Daniel Ricciardo Red Bull Racing-Renault Asa
Esteban Gutiérrez Sauber-Ferrari Caixa de câmbio
Adrian Sutil Sauber-Ferrari Motor
Jean-Éric Vergne Toro Rosso-Renault Turbo
Jules Bianchi Marussia-Ferrari Freios
Pastor Maldonado Lotus-Renault Motor
Sergio Pérez Force India-Mercedes Caixa de câmbio

Ultrapassagens "ARTIFICIAIS" vão ditar NOVA F1? Pilotos na BRONCA e fãs SATISFEITOS? | FELIPE MOTTA

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