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F1 analisa colocar terceiro carro nas equipes para teste de jovens pilotos

Pauta foi colocada em discussão entre as equipes e chefes da categoria

Andrea Kimi Antonelli, Prema Racing with a member of the Mercedes-AMG F1 Team

A ideia de dar novas oportunidades para jovens pilotos por meio de um sistema ‘wildcard’, ou seja, introduzir carros extras durante as corridas, parece ter entrado em discussão pelo alto escalão da Fórmula 1. A pauta foi colocada em debate em recente reunião entre as equipes e chefes da categoria.

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Como apurou o Motorsport.com, a reunião que aconteceu em Londres, na Inglaterra, nesta terça-feira, teve o assunto como uma das questões levantadas para ser introduzida no futuro da categoria.

O projeto gira em torno de dar novas oportunidades aos novatos que almejam chegar à mais alta categoria de automobilismo, como acontece na MotoGP, onde motos extras são inscritas para as etapas. Porém, para que isso acontecesse na F1, seria necessário pensar em mais espaço, questões financeiras e logísticas para as equipes conseguirem ter um terceiro carro em pista.

Para a ideia ser minimamente possível, as equipes precisam pensar nas regras de teto máximo de custos, o que muitos times já lutam contra ao longo da temporada para não terminar acima do limite orçamentário. O projeto não traria um aumento financeiro para ser utilizado nos terceiros carros.

A logística também precisa ser levada em conta, já que cada equipe leva apenas dois chassis montados para as corridas. Para além disso, o espaço no pit lane e nas garagens também é bastante limitado, o que traz ainda mais dificuldades para o projeto sair do papel.

Uma das únicas saídas seria substituir um dos pilotos regulares por um das categorias de base ou da academia.

A ideia já acontece em alguns treinos livres e é um dos impulsos na Comissão da F1. Max Verstappen, Lando Norris e Lewis Hamilton já chegaram a ficar algumas sessões de fora, para dar espaço aos novatos, mas entende-se que um fim de semana completo seria algo grande demais.

Apesar de toda a discussão, a reunião chegou a conclusão que impor a decisão não seria uma boa ideia para as equipes ou torcedores que lotam as arquibancadas. Mesmo com a negativa, os times ainda querem avaliar formas de dar mais espaço para os jovens pilotos, podendo acontecer sessões extras de treino.

Nico Hulkenberg, Haas VF-24, Oliver Bearman, Ferrari SF-24

Foto de: Andy Hone / Motorsport Images

Como funciona o sistema ‘wildcard’ na MotoGP

A categoria de motos já tem o sistema de adicionar uma moto extra há algum tempo. Antigamente, a principal motivação era dar a oportunidade para os outros pilotos participarem das corridas, porém, atualmente, a ideia usada para dar espaço aos competidores de teste.

Na MotoGP, utiliza-se um sistema de concessão, ou seja, os fabricantes são escolhidos de acordo com a pontuação que marcam ao longo da temporada anterior. Por exemplo, em 2024, a atual campeã Ducati não poderá inscrever nenhum veículo extra, enquanto a KTM, Aprilia, Honda e Yamaha terão espaço para seis inscrições.

As motos extras não somam na pontuação das equipes. A única maneira dos pontos serem válidos é caso os pilotos façam parte da equipe e, dessa maneira, somam apenas para o campeonato de pilotos.

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