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F1 anuncia que GP da Rússia de 2022 está cancelado por invasão à Ucrânia

Categoria decidiu retirar evento marcado para setembro do calendário devido à atual situação política entre os países

Grandstands at the Sochi Autodrom Andy Hone

A Fórmula 1 anunciou que não realizará o GP da Rússia marcado para setembro depois da invasão da Ucrânia pelo país. A categoria disse na última quinta-feira (25) que monitoraria de perto os desenvolvimentos da situação política entre as nações após o início da guerra, antes de realizar conversas de urgência com os chefes das equipes à noite.

Em um comunicado divulgado na tarde de sexta, foi confirmado que não haverá o evento de Sochi neste ano.

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"O Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA visita países de todo o mundo com uma visão positiva de unir as pessoas, aproximando as nações", diz o manifesto. "Estamos observando os desenvolvimentos na Ucrânia com tristeza e choque e esperança de uma solução rápida e pacífica para a situação atual."

"Na quinta-feira à noite, a F1, a FIA e as equipes discutiram a posição do nosso esporte, e a conclusão é, incluindo a visão de todas as partes interessadas, que é impossível realizar o GP da Rússia nas atuais circunstâncias."

Na quinta-feira, o tetracampeão Sebastian Vettel disse que boicotaria a corrida se a categoria a mantivesse, enquanto o atual detentor do título, Max Verstappen, disse que seria errado competir em um país em guerra.

"Acho horrível ver o que está acontecendo", disse o alemão da Aston Martin. "Obviamente, se você olhar para o calendário, temos uma corrida marcada na Rússia. Quanto a mim, minha opinião é que não devo ir, e não irei."

"É errado correr naquele país. Sinto muito pelas pessoas inocentes que estão perdendo suas vidas e sendo mortas por razões estúpidas sob uma liderança muito estranha e maluca."

O GP da Rússia deste ano teria sido o último no Autódromo de Sochi antes de uma mudança planejada para São Petersburgo em 2023.

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