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Chegada do 'mago do design' Adrian Newey para a escuderia de Silverstone mudou drasticamente como funciona o trabalho para nova era técnica

Adrian Newey, Managing Technical Partner of Aston Martin F1 Team

Foto de: Jayce Illman / Getty Images

Os preparativos estão a todo vapor no centro da Aston Martin em Silverstone, pois ela está fazendo de tudo para entrar na nova era técnica da Fórmula 1 com um carro competitivo. Segundo relatos recentes da imprensa espanhola, Adrian Newey, 'mago' do design e que também assumiu as funções de chefe de equipe, sacudiu completamente o moral do time britânico e praticamente implementou um regime de trabalho em dois turnos na fábrica.

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Na prática, isso significa que os funcionários precisam trabalhar 60 horas por semana, embora a direção tente gerenciar essa carga fora do comum com horários flexíveis. No entanto, nem todos receberam as mudanças radicais com entusiasmo, pois o ritmo acelerado trouxe sérias consequências para o pessoal dentro da equipe.

Sabe-se que alguns membros do grupo não conseguem ou não querem se adaptar a esse ritmo de trabalho, por isso parte do quadro foi realocada para outros departamentos, enquanto outros decidiram sair. Apesar da rotatividade, o objetivo é claro, já que Newey quer garantir que todos os recursos estejam focados no desenvolvimento.

As horas extras forçadas são consequência de um erro técnico anterior, pois foi descoberto que o novo túnel de vento da equipe foi calibrado incorretamente desde o início. Por isso, os planos aerodinâmicos do carro AMR26 tiveram que ser repensados do zero, o que causou uma perda significativa de tempo no processo de desenvolvimento.

Logo após sua chegada, Newey começou imediatamente a reformular radicalmente o conceito para corrigir os desvios causados pelos erros de medição e para que, com as mudanças regulatórias de 2026, possam apresentar um pacote perfeitamente otimizado.

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