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“Mesmo como espectador, você ficava chocado e pensava: ‘Não é assim que se faz’. Mas a escola dura do papai Jos provavelmente foi a certa, afinal”, ponderou

Max Verstappen, Red Bull Racing and his father Jos Verstappen

Atual campeão mundial da Fórmula 1 após ter superado o britânico Lewis Hamilton, multicampeão da categoria com a Mercedes, de forma polêmica em 2021, o holandês Max Verstappen, da Red Bull, foi moldado pelo pai, Jos, para fazer sucesso na elite do esporte a motor mundial.

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Com 24 anos, Max soma marcas notáveis na F1, para além do título conquistado no ano passado. O que poucos lembram, porém, é que o jovem foi criado de forma dura pelo pai, que correu na F1 (1994–1998, 2000–2001, 2003) por Benetton, Simtek, Footwork, Tyrrell, Stewart, Arrows e Minardi.

Quem recordou tal dureza foi o ex-piloto Gerhard Berger, atual chefe do DTM e com extensa carreira na F1, em que correu por ATS, Arrows, Benetton, Ferrari e McLaren entre 1984 e 1997. O ex-companheiro do brasileiro Ayrton Senna, aliás, afirmou que as pessoas ficavam "chocadas".

“Mesmo como espectador, você ficava chocado e pensava: ‘Não é assim que se faz’. Mas a escola dura do papai Jos provavelmente foi a certa, afinal”, disse Berger em entrevista à Autobild, da Alemanha.

Além de mencionar o patriarca Verstappen como determinante para a construção de Max enquanto piloto, o austríaco destacou o consultor de automobilismo da Red Bull, Helmut Marko. Berger, aliás, chegou a trabalhar com o compatriota no começo da carreira.

“Primeiro, ele me fez lavar o caminhão. Mas foi uma coisa boa... Porque eu sobrevivi bem a Helmut, então nem um Enzo Ferrari, um Frank Williams ou um Ron Dennis não poderiam me machucar”, completou Berger, citando os chefões de Ferrari, Williams e McLaren, respectivamente, na F1.

Vitória de Verstappen muda cenário da F1 2022 ou temporada está 'em aberto'?

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