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Equipe francesa estuda finalizar parceria com Renault para produção das unidades de potência

Esteban Ocon, Alpine A524, leads George Russell, Mercedes F1 W15

Foto de: Simon Galloway / Motorsport Images

GP da Bélgica confirmou os rumores que estavam circulando há algumas semanas no paddock: a Alpine deixará de usar motores Renault a partir de 2026. A informação foi confirmada por Bruno Famin, que deixará o cargo de chefe da equipe francesa após a pausa de agosto da Fórmula 1.

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A decisão da Renault de encerrar o projeto de unidades de potência marca uma grande mudança na história da F1, mas há alguns fatores por trás dessa escolha, como explicou o próprio Famin.

Não é nenhum segredo que a Alpine está lutando no fundo do grid e tem problemas em conquistar posições por falta de ritmo em pista. A situação ficou tão agravante que, em 2023, acreditava-se que a FIA, Federação Internacional de Automobilismo, iria intervir para tentar nivelar as coisas.

"Neste momento o motor atual está um pouco atrás dos seus rivais, acredito que é o que dizem os dados da FIA", explicou Bruno.

No entanto, a situação não pode ser explicada exclusivamente por problemas no motor, já que há também questões de chassi e aerodinâmica que precisam ser estudadas pelos franceses.

A motivação da Renault para deixar de fornecer motores pode ser que a Alpine será a única equipe cliente para o composto. A entrada da Andretti na F1 seria um aumento dessa venda, mas a decisão da Liberty Media de rejeitar a proposta colocou um ponto final na possibilidade.

Famin também destacou que os fabricantes de motores não recebem nenhuma parte do prêmio da F1, ao contrário das fábricas de chassis. Dessa maneira, a produção não gera receita o suficiente. Este é um aspecto que o francês considera crucial na tomada de decisão da continuação de um projeto tão caro.

"É fato que o modelo de negócios, por assim dizer, é um pouco estranho. Sabemos que com, o Pacto de Concórdia, o sistema de premiação em dinheiro só beneficia as equipes. Por outro lado, a FIA tem um regulamento financeiro e um regulamento esportivo que obriga o fabricante a vender, a um preço máximo, as unidades para as equipes que desejam comprá-la", disse Famin no podcast Beyond the Grid.

Pierre Gasly, Alpine A524

Foto de: Sam Bagnall / Motorsport Images

Importante ressaltar que em 2026 será imposto um limite máximo para o custo dos motores. A F1 vai introduzir um limite de 130 milhões de dólares, quase R$ 780 milhões de reais, o que ainda é considerado alto, especialmente se a fabricante tiver apenas uma equipe cliente, como é o caso da Renault com a Alpine.

Há alguns anos, a Honda aceitou o desafio de produzir unidades de potência para a Toro Rosso, à época, tinha contrato de exclusividade com a Red Bull. Porém, com a nova regra, a fabricante também assinou com a Aston Martin.

Desta maneira, tornar-se cliente de outra fabricante pode ser um atrativo financeiro para a Alpine. Isso acontece porque produzir o próprio composto exige um valor muito alto, diferente de comprá-lo de outra empresa.

 "Esta enorme diferença não é compensada pelos prêmios em dinheiro, porque estes vão para as equipes, por isso não estamos falando de desempenho, mas sim de uma enorme diferença em termos de dinheiro. O limite orçamental, o montante de dinheiro dado aos fabricantes de unidades de potência para desenvolverem o seu design, o preço de fornecimento e o preço de venda de um motor também são públicos. Estamos falando de cerca de 120 milhões de euros [cerca de R$ 742 milhões de reais] em custos anuais, 17 milhões de euros [R$ 105 milhões de reais] em custos de revenda, então é preciso calcular um pouco".

Importante ressaltar que a Alpine estuda a possibilidade de assinar com a Mercedes para receber os motores a partir de 2026.

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