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F1: Chefe da McLaren compara disputa inicial de motores em 2026 e destaca paridade

Andrea Stella também analisou como os monopostos desta temporada devem evoluir ao longo deste ano

Andrea Stella, McLaren

Foto de: McLaren

O chefe de equipe da McLaren, Andrea Stella, comparou o nível das equipes de Fórmula 1 para a temporada após os testes privados em Barcelona e destacou a paridade entre as fabricantes de motores, apontando quem saiu na frente na campanha deste ano.

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"Está claro que há pelo menos três concorrentes – Mercedes, Ferrari e Red Bull – que começaram bem", começou Stella, ao The Race. "Em particular, a equipe de Brackley definitivamente elevou o nível, e teremos que trabalhar duro para fazer o mesmo".

“O fato das três equipes que mencionei estarem equipadas com três unidades de potência diferentes é uma primeira indicação de que pode não haver diferenças extremamente marcantes em termos de desempenho absoluto, pelo menos no que diz respeito a alguns dos fornecedores de unidade de potência".

O chefe de equipe destacou que ainda há muito espaço para evolução dos motores e da parte aerodinâmica dos carros, se comparada à mudança anterior dos regulamentos, com os monopostos de efeito solo: “Embora sejam indicações muito preliminares, acredito que uma das áreas com grande margem para melhoria é a exploração da nova unidade de potência e todas as opções disponíveis para o piloto".

"Há também muito potencial a ser extraído em termos de gerenciamento da configuração aerodinâmica variável, referindo-se à alternância entre o modo curva e o modo reta".

“Dito isso, é óbvio que esta geração de monopostos está em um estágio muito inicial de desenvolvimento: há quatro anos, quando os carros com efeito solo estrearam, estávamos em circunstâncias diferentes porque a unidade de potência e os pneus eram essencialmente os mesmos do ano anterior".

O italiano também reforça que “mais do que nunca, este ano será a capacidade das equipes e dos pilotos de explorar o pacote à sua disposição, assim como a habilidade de desenvolver o carro na direção certa, que fará a diferença".

“De qualquer forma, o que vemos na primeira parte da temporada em termos de equilíbrio de forças quase certamente não será o mesmo que veremos na segunda parte, justamente porque os efeitos do desenvolvimento do carro em uma fase inicial, como a que estamos vivendo agora, podem ser muito significativos".

Apesar disso, Stella afirmou que tudo que ocorreu nos testes de Barcelona estava dentro das expectativas da equipe britânica. 

“O que vimos na pista estava alinhado com as expectativas e, acima de tudo, com as simulações,” comentou. “O que ficou claro é que a curva de aprendizado é muito íngreme para todos – pilotos e equipes – o que significa que cada volta ensina algo útil em termos de desempenho".

“Era natural esperar esse cenário, considerando que esses carros são totalmente novos, de A a Z. Sabemos que o MCL40 é um bom ponto de partida, mas agora temos que trabalhar duro para desenvolvê-lo e melhorar o desempenho geral do pacote, tanto para o futuro imediato quanto para definir melhor as linhas de desenvolvimento durante a temporada".

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