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Com a Fórmula 1 chegando ao seu primeiro fim de semana de corrida sprint da temporada, eis algumas das lições que aprendemos após a corrida sprint e classificação neste sábado no Circuito Internacional de Xangai.

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1. Diferença da Mercedes não é insuperável

Diz-se que Melbourne foi um dos circuitos com maior carência de energia do calendário, uma afirmação que cheira a manipulação, já que o problema reside nos próprios carros e não nos circuitos. De qualquer forma, o fato de Xangai oferecer zonas de frenagem mais severas e oportunidades de “regeneração” pode ajudar a explicar por que a Mercedes tem sido menos dominante neste fim de semana.

Não há dúvida de que o W17 é o melhor do pelotão, já que suas qualidades vão muito além de simplesmente estar à frente no uso de energia. Ele também possui excelente comportamento nas curvas. Mas a Ferrari também não estava muito atrás, o que é um alívio para os fãs neutros da F1, sem falar nos 'tifosi' apaixonados, desesperados por uma disputa pelo título.

O susto de George Russell na clalificação mostrou que a equipe de Brackley também não é à prova de balas, enquanto a Scuderia agora parece ter 'dois cavalos' na corrida, já que Lewis Hamilton  encontrou um carro muito mais ao seu gosto.

2. McLaren iniciou sua “remontada”?

Melbourne foi um fim de semana bastante preocupante para os atuais campeões mundiais, já que a McLaren se viu em desvantagem no desempenho geral do carro e na compreensão da unidade de potência da Mercedes em comparação com a equipe de fábrica.

O time de Woking é, de forma mais convincente, a terceira equipe mais rápida na China, enquanto a Red Bull enfrentou dificuldades, e sua diferença para a Mercedes e a Ferrari também parece menor, com exigências menos drásticas de recuperação de energia. Uma volta melhor de Lando Norris na classificação poderia e provavelmente deveria ter separado as Ferraris. 

Dado o histórico impressionante da McLaren de acumular atualizações significativas em seus carros, não aposte contra a equipe estar lá na frente ainda este ano.

3. Bearman encontrou outra marcha

Oliver Bearman recebeu uma menção honrosa na coluna “Vencedores e Perdedores” da semana passada, mas, para falar a verdade, ele provavelmente já merece mais do que isso. Depois de superar o companheiro de equipe Esteban Ocon por longos períodos na temporada passada, o piloto da Haas conquistou um excelente sétimo lugar na Austrália e reforçou isso com mais pontos na corrida sprint da China e outra vaga no Q3.

Ainda com apenas 20 anos , Bearman parece ter dado o maior salto entre todos os novatos de 2025 em comparação com 12 meses atrás, embora Kimi Antonelli também mereça estar nessa conversa. O futuro é brilhante para ambos e, no caso do britâico, provavelmente será vermelho.

4. Os problemas da Red Bull vão muito além da unidade de potência

Max Verstappen, Red Bull Racing

Max Verstappen, Red Bull Racing

Foto: Lintao Zhang / LAT Images via Getty Images

Muito se falou do desafio “Everest” da Red Bull de se tornar uma fabricante de unidades de potência. A Red Bull Ford Powertrains fez um trabalho francamente inacreditável para chegar tão longe quanto chegou.

Mas a China revelou ainda mais alguns problemas com o próprio RB22, já que o equilíbrio do carro parece totalmente desajustado tanto na configuração de classificação quanto nas corridas. Isso levou a uma saída de pista estranha e rara para Max Verstappen na sprint, e ele teve que se contentar com o oitavo lugar no grid, quase um segundo atrás do pole position Antonelli.

 O lado positivo é que Isack Hadjar parece estar à altura, seguindo de perto Verstappen em nono lugar. Mas estar tão longe da pole é deprimente.

5. Aston Martin e Cadillac dão pequenos passos

A Aston Martin deve ser uma grande fã do conceito sprint, já que permite que a equipe em dificuldades veja pelo menos algumas bandeiras quadriculadas durante esta fase inicial conturbada de sua parceria com a Honda.

Fernando Alonso e Lance Stroll tiveram um desempenho mais respeitável na corrida de 19 voltas, embora tenham sido favorecidos por um safety car no final e não tenham conseguido representar qualquer tipo de ameaça para o restante do pelotão intermediário.

No quali, foram principalmente os problemas da Williams que fizeram a diferença da Aston em relação ao restante do pelotão parecer menor do que realmente é. A diferença de Alonso em relação aos melhores carros, como os da Haas e da Alpine, ainda foi de impressionantes 1,6 segundos.

Mas a maior preocupação da Aston na F1 neste momento é simplesmente chegar ao domingo, dada a escassez de peças de reposição, então ela precisa apenas se concentrar em completar voltas de forma confiável. Desse ponto de vista, o sábado correu da melhor maneira possível.

A realidade está batendo forte na Cadillac depois de conseguir levar um carro até a linha de chegada em sua 'lua de mel' australiana, já que a equipe enfrentou mais problemas de confiabilidade que, segundo Sergio Perez, já haviam surgido em Barcelona. Mas o fato de Valtteri Bottas ter se misturado com as Astons na classificação é, pelo menos, um sinal encorajador de que a equipe está lentamente ganhando um pouco mais de ritmo.

Ultrapassagens "ARTIFICIAIS" vão ditar NOVA F1? Pilotos na BRONCA e fãs SATISFEITOS? | FELIPE MOTTA

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