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F1: Conheça o novo simulador da Ferrari, o mais avançado de todos os tempos

Sistema está na vanguarda da tecnologia e reproduz um ambiente 360 °, utilizando “os melhores elementos do mercado”

Ferrari simulator

Ferrari conta agora com um simulador totalmente novo, cuja instalação foi feita em Maranello. Os acabamentos finais aconteceram na última semana em um prédio localizado entre a sede da Gestione Sportiva e o circuito de testes de Fiorano.

Os testes no circuito de Fórmula 1 são feitos ao mínimo e há alguns anos as equipes investem enormes quantias de dinheiro (e esforços) em ter simuladores que preparam seus pilotos para as corridas.

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A Scuderia acaba de terminar seu novo simulador e está causando ainda mais agitação do que os túneis de vento da McLaren e Aston Martin (em construção).

O antigo sistema italiano, que continuará sendo utilizado este ano, foi construído pela empresa Moog, e este segundo pela Dynisma. Esta última é dirigida por Ash Warne, um engenheiro com experiência na Ferrari e Red Bull.

Antigo simulador da Ferrari

Antigo simulador da Ferrari

Photo by: Ferrari

A construção de simuladores ainda é uma indústria bastante jovem, mas com muitas perspectivas no futuro. Isso significa que ele se desenvolve de forma extremamente dinâmica. Cada novo sistema é muito melhor do que o anterior, em aspectos tão diversos como imersão, captura de dados e telemetria. 

Isso joga muito a favor de times como a Ferrari. Qualquer coisa que possa ser testada em um simulador confiável é um trabalho prévio.

O antigo simulador, lançado em 2010 e com custo de 5 milhões de dólares (aproximadamente 25 milhões de reais), é uma cápsula com cockpit, telas e sistema de áudio interno. Além disso, tudo é montado em um sistema de movimentação de seis suportes hidráulicos. Uma configuração muito semelhante a usada na Mercedes e Red Bull.

É assim que o novo simulador se parece

É assim que o novo simulador se parece

O novo simulador consiste em duas plataformas de formato triangular sobrepostas. A primeira, fixa; e a segunda se move em relação à primeira horizontalmente. O cockpit é ancorado com seis suportes hidráulicos clássicos. Esta nova configuração, segundo os especialistas da Dynisma, transmite muito melhor os movimentos do carro na pista para o piloto.

Mesmo sem ter sido visto em operação, presume-se que as duas placas inferiores irão simular o efeito de derrapagem ou deslocamento dianteiro/traseiro no asfalto.

Em termos de software, haverá um salto significativo. O sistema se comunica em uma frequência de mais de 30Hz (dados atualizados mais de 30 vezes por segundo). O atraso na recepção do sinal dos técnicos, por outro lado, é inferior a cinco milissegundos (valor não desprezível).

Por fim, a imagem é fornecida por uma tela côncava e projetores que vão mostrar ao piloto a figura 360º da pista.

 

Em suma, a Ferrari deve ver aumentar sua capacidade para trabalhar com dados e pilotos no simulador, e, na era atual, pode ser facilmente convertida em décimos na pista.

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