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Holandês se livrou de ter de compensar empresa que concedeu empréstimo destinado à garantia de vaga na Prema para a F2 2018; ele foi campeão em 2019 pela ART Grand Prix

Nyck de Vries, AlphaTauri AT03

Piloto da AlphaTauri em 2023, seu ano de estreia na Fórmula 1 como titular, o holandês Nyck de Vries venceu processo judicial em seu país contra um ex-patrocinador, que acusava o campeão da Fórmula 2 em 2019 de não ter arcado com as compensações financeiras de um empréstimo de 2018.

O editor recomenda:

A Investrand, empresa do magnata holandês Jeroen Schothorst, cobrava o piloto por supostas irregularidades na operação, com os valores chegando à casa dos € 250 mil (cerca de R$ 1,4 milhão). O dinheiro teria garantido a vaga de Nyck na Prema, uma das principais das categorias de base.

Segundo o Financial Dagblad, Schothorst acionou a justiça alegando retenção de informações e violação aos termos do contrato de empréstimo. De acordo com o relatório, o acordo supostamente estabelecia juros de 3% ao ano, além de outros 50% de qualquer renda relacionada à F1, que teriam de ser devolvidos à empresa por de Vries. Além de ser titular da AlphaTauri em 2023, o piloto correu o GP da Itália de 2022 pela Williams e também foi reserva da Mercedes a partir de 2020.

A defesa do campeão da Fórmula E em 2021, porém, argumentou que a renda relacionada a uma vaga na F1 valeria para uma titularidade até 2022, o que não aconteceu -- em Monza, de Vries substituiu pontualmente Alex Albon pois o anglo-tailandês se recuperava de uma apendicite.

O juiz acatou o argumento e o novo companheiro do japonês Yuki Tsunoda ganhou a causa. "Ele não foi contratado como piloto: estava apenas substituindo outro piloto”, leu-se no sumário do julgamento, divulgado na última sexta-feira.

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