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F1: Diretor da Racing Point admite que equipe ainda está aprendendo com carro

Andy Green afirmou que a equipe inglesa apenas mostrou “vislumbres” do potencial completo de desempenho do carro

Lance Stroll, Racing Point RP20, Sebastian Vettel, Ferrari SF1000

O diretor técnico da Racing Point, Andy Green, afirmou que o equipamento para Silverstone apenas pôde mostrar “vislumbres” do verdadeiro desempenho do RP20, enquanto tenta atingir o potencial completo do carro para a temporada de 2020 da Fórmula 1. 

A Racing Point é geralmente colocada como a terceira equipe mais rápida do grid atrás da Mercedes e da Red Bull, com potencial para ser a segunda. Esse foi o caso na Hungria, onde Lance Stroll e Sergio Pérez começaram a corrida em terceiro e em quarto, respectivamente. 

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A equipe, no entanto, não mostrou resultados fortes com esse ritmo e atualmente ocupa a quinta posição no Mundial de Construtores, atrás também da McLaren e da Ferrari.

O GP da Grã-Bretanha foi comprometido pela ausência de Pérez por conta da Covid-19 e a necessidade de conseguir velocidade para seu substituto, Nico Hulkenberg, o que significou que a equipe teve que abandonar seu programa habitual de testes na sexta-feira.

No final das contas, um problema com o parafuso da embreagem fez com que o piloto alemão não pudesse começar a corrida, enquanto Stroll – que foi o mais rápido do dia na sexta-feira e largou na sexta colocação – terminou apenas em nono no domingo.

“Eu diria que, por muitas razões diferentes, nós admitiríamos que as coisas não foram para o nosso lado e cometemos alguns erros nas primeiras corridas”, disse Green, quando questionado pelo Motorsport.com.

“E estamos com um desempenho abaixo do esperado [em Silverstone], mas novamente, por algo que acho que está fora do nosso controle, no que diz respeito à perda de um piloto e tendo que mudar nosso final de semana".

“Não é algo que você pode realmente apontar o dedo. E apenas muitas, muitas pequenas coisas não foram do nosso jeito. Vimos vislumbres do que o carro é capaz de fazer e entendemos que é muito difícil para mantê-lo no seu auge”.

Green indicou que o time ainda tem muito a aprender sobre o RP20, após mudar seu conceito aerodinâmico durante o inverno. “Estamos aprendendo muito todos os dias”, disse Green.

“Um novo conceito funciona de um jeito completamente diferente do que o carro do ano passado. E tivemos apenas alguns dias em Barcelona em fevereiro, quando estava frio, para tentar entendê-lo. Então ainda estamos aprendendo”.

O chefe de equipe, Otmar Szafnauer, concordou que a equipe está com um desempenho abaixo do esperado e apontou que a intervenção do safety car em Silverstone significou que Stroll não foi capaz de colher as recompensas de passar pelo Q2 com pneus médios, o que significava que ele teria corrido por mais tempo na pista do que seus rivais.

"Acho que Andy Green está certo e às vezes é circunstância", disse Szafnauer quando questionado pelo Motorsport.com. “Eu penso que Lance fez um ótimo trabalho ao entrar no Q3 com a opção de pneu onde deveríamos ter uma vantagem.”

RETA FINAL:Sorte de Hamilton, azar de Verstappen e crise da Ferrari c/Gianluca Petecof e Pipo Derani

PODCAST: Bastidores do futuro do GP do Brasil e os ambientes de F1 favoritos de Reginaldo Leme

 

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