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F1: Em meio a rumor de 'retorno', Red Bull fala de tensão com Honda

Consultor de automobilismo do time anglo-austríaco, Helmut Marko também 'fechou as portas' para uma parceria com a montadora somente através da AlphaTauri

Pole man Max Verstappen, Red Bull Racing RB18, arrives in Parc Ferme

Na temporada 2023 da Fórmula 1, o nome da Honda volta oficialmente aos motores da Red Bull, mas o 'retorno' da montadora japonesa ao time anglo-austríaco é uma mera questão de marketing, de modo que a saída da fabricante nipônica da categoria máxima está, pelo menos por ora, mantida.

De todo modo, sabe-se que, por mais que a 'RBR' tenha corrida com unidades de potência "Red Bull Powertrains" em 2022, após a Honda deixar a F1 no fim de 2021, os motores do bicampeonato de Max Verstappen nada mais são do que uma versão atualizada do que foi deixado pelos japoneses.

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Já é público, inclusive, um acordo de cooperação entre a Honda e a Red Bull, o que já valeu para 2022 e, em tese, segue até o fim de 2025, último ano do regulamento atual de motores da elite global do esporte a motor.

Em 2026, o pináculo do automobilismo terá novas regras de motores e a Honda até já assinou um documento no qual manifesta sua vontade de voltar à categoria como fornecedora de unidades de potência.

Por isso, especula-se que, no fim das contas, a situação ficará praticamente a mesma para a Red Bull, com o retorno formal da Honda aos motores da escuderia taurina e, a partir disso, uma operação conjunta da montadora nipônica com o complexo da Red Bull Powertrains.

Entretanto, a estrutura de unidades de potência construída pela marca austríaca tem sua gênese exatamente na vontade do grupo de energéticos de ganhar autonomia em relação a seus motores de F1, uma vez que a RBR já foi 'deixada na mão' no passado por maquinaria insuficiente da Renault.

Com a saída da Honda da F1 ao fim de 2021, a equipe se viu novamente numa situação parecida, de modo que costumou a costurar um acordo com a Porsche para depois de 2025. Entretanto, a marca alemã queria 'igualdade de condições' com a Red Bull, que vetou um acordo em tais moldes.

Nesse meio tempo, a Honda voltou a demonstrar interesse em estar oficialmente na F1, mas o consultor de automobilismo da Red Bull, Helmut Marko, falou sobre a possibilidade de retomar 'formalmente' a parceria de forma dúbia.

“É uma situação tensa. Quando a Honda anunciou sua saída, não tínhamos nada em um primeiro momento. A Honda nem queria fornecer o motor que já usávamos, mas pudemos transformar isso gradualmente em um cooperação como a que temos agora”, disse o austríaco.

“Quando tivemos que decidir quem fará o quê a partir de 2026, ficou uma situação difícil. Estava planejado que a Honda faria apenas a parte elétrica, mas isso ainda não foi decidido. Vamos ver o que acontece. Uma decisão será tomada em breve”, seguiu à Auto Motor und Sport.

“Quando pergunto por aí, todos os fabricantes de motores, da Audi à Renault, querem uma segunda equipe. Isso não deixa muito para a Honda”, completou Marko, deixando implícito que, caso a montadora não se junte à Red Bull, ela dificilmente fornecerá unidades apenas para a AlphaTauri.

Bastidores da possível 'volta' da Honda à F1, como montadora ou equipe própria

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