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F1: Entenda por que GP da Bélgica não foi adiado para segunda-feira

Fatores como logística, disponibilidade de comissários, segurança e reembolso de ingressos foram considerados

Marshals on the circuit after the race

Embora muitos argumentassem que a Fórmula 1 deveria ter passado o GP da Bélgica esta segunda-feira (30), por não ter sido possível no domingo, a FIA comentou que não havia condições. A chuva que caiu durante a manhã e ao meio-dia no circuito de Spa-Francorchamps atrasou a corrida em 25 minutos e, após duas voltas sob o safety car, foi estabelecido um período de bandeira vermelha que durou quase três horas.

Naquela hora, os comissários procuravam no radar um trecho sem chuva para disputar a prova, mas não acharam a lacuna e quando, às 13h17 no horário de Brasília, a largada foi dada, não duraria mais de duas voltas devido à pouca visibilidade deixada pelo spray de água com a passagem dos carros.

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Outros campeonatos, como Indy e NASCAR, têm a possibilidade de adiar a corrida caso a chuva impeça a realização do evento. No entanto, a F1 carrega outras considerações que tornaram impossível.

Questionado sobre a possibilidade, o diretor de corridas da FIA Michael Masi não foi muito explicativo, embora tenha respondido que não teria como por uma "ampla gama" de razões.

"Não podemos remarcar a prova para amanhã", disse ele na tarde de domingo. "Então, obviamente, da perspectiva da organização e em conjunto com a categoria, a segurança é primordial para os pilotos, às equipes e todos os espectadores."

"Revisamos todas as oportunidades disponíveis nos regulamentos e disposições do Código Desportivo Internacional para nos dar a melhor oportunidade de completar uma corrida. Infelizmente desta vez não pudemos percorrer toda a distância, o que tentamos foi ver se conseguiríamos uma janela onde o tempo nos permitisse fazer alguma atividade."

Muitos acreditam que a F1 decidiu fazer uma corrida de duas voltas para garantir que os organizadores do GP pagassem a taxa total e que os fãs não pudessem exigir o reembolso do dinheiro dos ingressos.

Lewis Hamilton foi o mais crítico a este respeito, chamando o que aconteceu de "farsa". Como não poderia deixar de ser, o CEO da categoria, Stefano Domenicali, negou essa teoria, embora a verdade seja que passar a corrida para segunda-feira provavelmente teria acarretado algum problema jurídico caso os torcedores tivessem reclamado a devolução devido à mudança de data.

Além disso, vale a pena pensar nos problemas logísticos que atrasar a prova acarreta, ainda mais considerando que grande parte do staff da F1 teve que viajar ontem porque o GP da Holanda começa em apenas quatro dias.

Domenicali também falou da possibilidade de ter realizado o GP na segunda-feira, embora não tenha se aprofundado nas causas.

"Não só por logística, mas por vários motivos, a corrida não pode ser marcada para o dia seguinte devido a muitos aspectos relacionados à disponibilidade dos comissários, entre outros fatores."

"Foi estudado, claro, mas não era possível. Os promotores estão sempre muito próximos de qualquer decisão, acompanham todo o processo, por isso não os deixamos de fora dessa decisão."

Por fim, Toto Wolff, chefe da Mercedes, deu outra pista: "Havia muitos torcedores nas arquibancadas que voltam aos seus empregos na segunda. Nesse caso, também teriam perdido a corrida."

Enquanto isso, e para evitar outra "farsa" semelhante, a Fórmula 1 trabalhará com as equipes e a FIA na busca de possíveis soluções para casos como o que infelizmente vivemos no domingo.

F1 AO VIVO - FIASCO NA BÉLGICA: tudo sobre a corrida que NÃO ACONTECEU em Spa; Rico Penteado analisa

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