F1: Equipes pressionam FIA sobre polêmica com motor Mercedes e Red Bull; mudanças podem acontecer após seis corridas
Ferrari, Audi e Honda seguem pedindo para que a regulamentadora tome alguma ação sobre a 'área cinzenta' que está sendo explorada
F1 and FIA logo
Foto de: Benjamin Vinel
2026 ainda não começou, mas as engrenagens da Fórmula 1 não param. A polêmica sobre a taxa de compressão dos motores da Mercedes e Red Bull segue sendo o principal alvo das outras montadoras. Dessa vez, a Ferrari, Honda e Audi estão tentando pressionar a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) por mudanças.
É esperado que novas informações venham à tona no dia 2 de janeiro, quando as fábricas serão reabertas e as equipes voltam aos planejamentos e preparações para a nova temporada.
Acontece que a Mercedes teria começado a construir seu novo motor já explorando uma área cinzenta do regulamento de 2026. A unidade de potência da equipe de Brackley conseguiria expandir a taxa de compressão até 18:1 em altas temperaturas, mas retorna aos 16:1 pedidos na regra em temperatura ambiente.
Todas as medidas são feitas com o motor desligado e em temperatura ambiente, ou seja, eles não estariam fora das regras. Com a mudança de pessoal da Mercedes para a Red Bull, o time de Milton Keynes conseguiu reproduzir a mesma ideia em parceria com a Ford.
A Ferrari, Honda e Audi enviaram uma carta para a FIA pedindo por investigações e sanções se possível, já que as duas equipes podem ter uma vantagem muito grande já nas primeiras corridas. No entanto, a regulamentadora deu o 'ok' para a Mercedes seguir com seu projeto depois que a equipe apresentou documentos sobre o motor.
Qualquer modificação nas unidades de potência - seja nas equipes que estão explorando a brecha, seja nas outras montadoras - custaria muito dinheiro e exige muito tempo. É importante lembrar que os carros irão para a pista para os testes de pré-temporada já no dia 26 de janeiro.
Segundo informações do Corriere della Sera, a Ferrari, Audi e Honda estariam pressionando a FIA para exigir mudanças ou mudar o método de medição da taxa de compressão. Caso a segunda opção seja escolhida, é possível que os novos critérios sejam introduzidos após seis ou sete corridas.
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