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F1 – “Eu adorei”: Hamilton vai na ‘contramão’ do grid e elogia corrida na Austrália

Em meio a clima de descontentamento entre pilotos com regulamentos de 2026, heptacampeão mundial foi um dos poucos a dizer que gostou da experiência da primeira prova com os carros da nova geração

Dizer que a nova geração de carros da Fórmula 1 não agrada a todos é um eufemismo, pois o discurso da grande maioria dos pilotos, a começar pelos dois campeões mundiais mais recentes da categoria, Max Verstappen e Lando Norris, que não poupam críticas e não escondem as aversões ao que afirmam vivenciar no cockpit.

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Mas nesse coro de críticas, por vezes duras, uma voz em particular se destaca claramente: a do piloto com o currículo mais impressionante da F1, Lewis Hamilton.

O próprio britânico de 41 anos não hesitou em criticar os monopostos da versão de 2026. Seja pela sua complexidade excessiva, mencionada já nos testes de inverno, ou, mais recentemente, neste sábado em Melbourne, pelo fato de a gestão da energia elétrica do motor na classificação ter levado a uma condução "totalmente contrária ao que a F1 representa".

No entanto, ao longo de suas discussões sobre essa nova F1, Hamilton fez questão de enfatizar que nem tudo era negativo; muito pelo contrário. Ele frequentemente destacava que, deixando de lado o gerenciamento da unidade de potência, os carros eram divertidos de pilotar.

Após nove dias de testes de inverno, três sessões de treinos livres e uma sessão de classificação, restava o verdadeiro teste: a primeira corrida com 22 carros no grid de largada. Saindo dessa corrida — embora ainda seja um pouco cedo, com 23 etapas e seis provas sprint no calendário — a opinião inicial de Hamilton é cristalina.

Quando, diante da mídia internacional, incluindo o Motorsport.com, ele  foi questionado diretamente sobre sua opinião a respeito da nova geração de carros de F1, sua resposta foi clara: "Pessoalmente, eu adorei."

"Achei a corrida muito agradável. O carro estava realmente muito bom de pilotar. Houve algumas boas disputas. Até agora, tudo bem."

É preciso reconhecer que Hamilton teve o retorno do investimento logo no início da corrida no circuito de Albert Park. Largando em sétimo no grid, ele fez uma das melhores largadas, a ponto de ser atrapalhado pelo pole position George Russell por fora na primeira curva, o que o obrigou a sair da pista.

Após ter sido ultrapassado por Isack Hadjar e Arvid Lindblad nessa sequência, ele aproveitou a disputa entre os dois nas curvas 9 e 10 para diminuir a diferença. Em seguida, numa manobra dupla, surpreendeu o francês por fora antes da curva 11, ultrapassando-o logo após a mesma curva.

Partindo da sua posição provisória em terceiro lugar, ele foi um espectador privilegiado – e cada vez mais – da longa batalha entre Charles Leclerc e Russell, chegando mesmo a participar brevemente. Depois, quando as estratégias foram separadas pelo safety car virtual, a sua corrida consistiu principalmente em reduzir a distância para o seu companheiro de equipe, numa tentativa de ultrapassá-lo, o que acabou por não conseguir, ficando a 0s6 da linha de chegada.

"Foi ótimo, realmente ótimo", disse ele entusiasmado à Sky Alemanha, "uma corrida muito divertida, para ser honesto, desde o início, nas primeiras voltas."

Quando questionado pela imprensa sobre por que Norris considerou a situação perigosa ou por que Verstappen a criticou, Hamilton simplesmente respondeu: "Não sei, vocês terão que perguntar a eles."

"Pessoalmente, achei ótimo. Mas, novamente, eles estavam todos mais atrás. Com 20 carros na sua frente, a situação poderia parecer diferente. Mas, da minha posição, achei ótimo."

EVERALDO MARQUES conta TUDO sobre F1 na GLOBO, causos e ligação com AUTOMOBILISMO na carreira

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