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F1: Fãs que gostam das regras de 2026 “não entendem nada de corridas”, dispara Verstappen

Tetracampeão voltou a criticar regulamento deste ano, explicando que provas "não tem graça nenhuma"

Um dos principais críticos do regulamento de 2026 da Fórmula 1, Max Verstappen afirmou que quem gosta do novo conjunto de regras não entende nada de automobilismo. 

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A mais nova reformulação alterou tanto o chassi quanto a unidade de potência, que agora depende mais da energia elétrica. A recuperação da bateria está desempenhando um papel mais importante nos GPs e, na pré-temporada, Verstappen chegou a classificar a 'nova era' como “anti-corrida” e “Fórmula E com esteróides”, com muitos outros compartilhando da mesma opinião.

Porém, após duas etapas, alguns fãs estão sendo conquistados pela mudança pois ela tem gerado corridas no estilo “ioiô”, com disputas roda a roda mais constantes. O GP da Austrália, por exemplo, teve 75 ultrapassagens a mais do que no ano passado.

No entanto, Verstappen ainda não é fã, acreditando que as duas provas reforçaram a crença de que as novas regras criaram “corridas artificiais”, com muitos recursos de auxílio ao piloto, como o botão de ultrapassagem.

“É terrível. Se alguém gosta disso, então realmente não sabe o que é uma corrida”, disse o piloto após o GP da China. “Não tem graça nenhuma. É como jogar Mario Kart. Isso não é corrida. Você dá um impulso para ultrapassar, depois fica sem bateria na reta seguinte e eles ultrapassam você de novo. Para mim, é só uma piada”. 

Max Verstappen, Red Bull Racing

Max Verstappen, Red Bull Racing

Foto: Lars Baron / Getty Images

Verstappen então refutou a ideia de que isso teria causado disputas mais acirradas, já que a Mercedes ainda venceu os dois GPs deste ano — George Russell na Austrália e Kimi Antonelli na China — apesar da Ferrari ter ultrapassado seus pilotos na largada. 

“São apenas Kimi ou George que estão vencendo”, acrescentou o holandês. “Não é realmente um vai e vem. Eles estão muito à frente do pelotão. É só que a Ferrari às vezes tem essas boas largadas, em que eles se colocam na frente e depois leva algumas voltas para tudo se resolver. Como eu disse, isso não tem nada a ver com corrida".

"Eu diria o mesmo se estivesse vencendo, porque me importo com o produto da corrida. Não é uma questão de estar chateado com a minha posição, porque, na verdade, estou lutando ainda mais agora, então você entende melhor o que precisa fazer e do que se trata. Para mim, é uma piada", acrescentou. 

Ele afirmou que as regras são “fundamentalmente falhas”, por isso é difícil melhorá-las, apesar de recentemente ter pedido à F1 e à FIA que fizessem mudanças o mais rápido possível. 

Quando questionado se havia conversado com as autoridades sobre a reformulação das regras, Verstappen disse: “É preciso ter um pouco de cuidado com a forma como se diz essas coisas. Estamos conversando sobre. Acho que eles entendem o nosso ponto de vista como pilotos. Acho que falo pela maioria. Alguns, é claro, dirão que é ótimo porque estão vencendo corridas, o que é compreensível. Quando você tem uma vantagem, por que abriria mão dela?". 

Charles Leclerc, Ferrari, Lewis Hamilton, Ferrari, George Russell, Mercedes

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Foto: Guido De Bortoli / LAT Images via Getty Images

“Nunca se sabe se você vai ter um carro bom de novo, mas se você conversar com a maioria dos pilotos, vai ver que não é disso que gostamos. Não acho que seja disso que os verdadeiros fãs de F1 gostam", explicou. 

Verstappen diz isso em meio ao boom de popularidade da F1 desde o recente lançamento de Drive to Survive, que contribuiu para a mudança de perfil do público nos últimos anos. O holandês ainda foi questionado se a F1 agora vê as corridas como um “produto” e se, desde que os fãs estejam assistindo, independentemente de entenderem no “sentido convencional”, isso é tudo o que importa, ao que ele respondeu: "Espero que eles não pensem assim, pois isso acabará arruinando o esporte". 

“Isso vai voltar para assombrá-los. Mas, para mim, desde que possamos nos comunicar com eles e garantir que estamos trabalhando em algumas soluções, isso já ajudará muito. É claro que também vai ser muito difícil para todos chegarem a um acordo. Nem todos precisam concordar, mas a maioria das pessoas tem que concordar para que haja mudanças", continuou. 

“Mas é uma questão política, certo? Algumas pessoas sentem que têm vantagem agora e querem, é claro, usar isso, e com razão. Eu entendo isso, não sou burro. Mas, ao mesmo tempo, se você olhar pelo lado do esporte, isso simplesmente não é bom", finalizou. 

Abandono por problemas no carro

Os comentários de Verstappen vêm após um início de temporada difícil, especialmente neste domingo. O holandês precisou abandonar o GP da China a 10 voltas para o fim, por causa de problemas no carro. Questionado sobre o porquê, ele explicou à Sky Sports que teve uma questão com  o "ERS (sigla em inglês para sistema de recuperação de energia). Problema de resfriamento".

"Outro grande problema para nós no momento é a degradação dos pneus. Estamos sofrendo muito com graining, provavelmente mais do que as pessoas ao nosso redor. Então isso é uma coisa que precisamos resolver e, claro, precisamos controlar os nossos problemas, mas não é fácil. Você pode ver isso em todo o grid. Quero dizer, alguns carros nem estão conseguindo largar. É tudo muito complicado", adicionou. 

"Eu conheço a equipe, eles fazem tudo o que podem e estão dando tudo de si. E essa também é a parte dolorosa, certo? Porque sei que eles conseguem fazer isso, mas no momento simplesmente não estamos onde queremos estar. Temos mais problemas do que esperávamos. Também, em termos de equilíbrio do carro, realmente não estamos onde gostaríamos. Há muitas coisas para resolver e, depois do Japão, teremos uma pausa um pouco maior. Esperamos que lá possamos dar alguns bons passos", finalizou. 

Ultrapassagens "ARTIFICIAIS" vão ditar NOVA F1? Pilotos na BRONCA e fãs SATISFEITOS? | FELIPE MOTTA

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