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F1: Ferrari alega que atraso na transmissão dos rádios fez estratégia na França parecer sem sentido

Mattia Binotto, chefe da equipe, enfatiza que a escuderia tomou a decisão correta em relação ao momento da parada de Sainz

Carlos Sainz, Ferrari F1-75

A Ferrari foi criticada logo após a corrida em Paul Ricard pela décima segunda etapa da temporada 2022 da Fórmula 1 quando a transmissão deu impressão de que o pitwall estava hesitante e confuso com a estratégia de pneus em relação a Carlos Sainz naquele determinado momento. E esse atraso 'irritou' a escuderia de Maranello por parecer que a equipe não sabia o que fazer com o piloto.

Com o espanhol usando a gama de pneus médios, a Ferrari teve que decidir de forma tardia os pneus iriam ou não chegar ao fim - e acabou concluindo que seria necessário outra parada para Sainz. Porém, enquanto o número 55 lutava com Sergio Pérez para conquistar um lugar no pódio, a transmissão do GP da França mostrou a Ferrari o chamar de forma estranha assim que ele ultrapassou o rival da Red Bull — e também a entrada do pit lane.

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O diretor de estratégia da Ferrari, Inaki Rueda, explicou que o momento em que a mensagem foi mostrada na televisão fez parecer que o time cometeu um grande erro — enquanto a realidade era que as coisas estavam muito mais dentro do controle. 

Falando na reunião de equipe após a corrida, Rueda disse: "A forma como a televisão fornece os dados para os espectadores vai com um atraso. 

"Nesse caso, você viu Pérez e Carlos brigando na volta 41. Nós estávamos falando com Carlos e vimos que ele não conseguiria ultrapassar Pérez na reta final e na curva 10 foi quando realmente chamamos Carlos.

"Com certeza ele estava brigando com Pérez. Ele pensou que conseguiria na volta seguinte e foi por isso que ele decidiu dizer: Por favor não entre. Não nessa volta."

Carlos Sainz, Ferrari F1-75

Carlos Sainz, Ferrari F1-75

Photo by: Zak Mauger / Motorsport Images

"Então, você está assistindo pela televisão. O chamado na televisão veio na Curva 15, bem depois da entrada do pit: o que não faz sentido, por que nós chamaríamos nosso piloto tão tarde que ele não conseguiria reagir ao nosso chamado?"

Rueda disse que com a expectativa de vida dos pneus médios estarem entre 25 voltas e Sainz precisando de 35 voltas ele, forçar até o fim não seria uma opção. Somado aos cinco segundos de penalização por sair de forma não segura na primeira parada, não tinha chance clara do espanhol se colocar à frente de Sergio Pérez e George Russell estava atrás o suficiente para manter a posição. Então, em vez disso, a Ferrari decidiu garantir um quinto lugar e um ponto extra pela volta mais rápida.

"Essa [penalização] mudou toda nossa abordagem para o último stint porque mesmo que Carlos conseguisse ultrapassar Russell e Pérez, ele nunca conseguiria abrir cinco segundos e administrar os pneus médios até o fim", ele disse. 

"Com isso em mente, decidimos parar Carlos e ter certeza que ele voltaria e conseguiria o ponto extra pela volta mais rápida."

A visão do chefe de equipe da Ferrari, Mattia Binotto, é que não há dúvidas de que a estratégia feita pela equipe foi a certa a se fazer. 

"Eu acho que, no que diz à respeito da escolha que fizemos, foi a correta e mais apropriada", disse Binotto quando questionado pelo Motorsport.com sua visão sobre a estratégia.

"Acredito que do cockpit, Carlos não tinha todas as informações, então era difícil para ele julgar. Mas, sem dúvidas, acredito que fizemos a melhor escolha.

"Mas, assim que tivemos a informação necessário, nós percebemos que o tempo de vida do pneu não seria suficiente para chegar ao fim da corrida. Simples assim. 

"Para ficar fora [do pit] teria um risco em termos de confiança e segurança em relação aos pneus. Então, nós decidimos parar."

VÍDEO: Leclerc? Pérez? Quem foi o pior do GP da França?

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