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Nos testes de pré-temporada da Fórmula 1 no Bahrein, muitas soluções interessantes estão sendo observadas, incluindo a extensão do difusor do novo carro da Ferrari, muito mais elaborada do que a vista em outros monopostos. No SF-26, também há duas pequenas aletas na estrutura de impacto traseira, separadas do difusor, criando um efeito de sopro, mas que trabalham em sinergia com ele.

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A mudança de formatos do chassi vista na Audi na quarta-feira (11) confirma o quanto as equipes estão buscando criatividade para extrair o máximo, inclusive no aspecto aerodinâmico, desses novos regulamentos. Até agora, observamos soluções muito diferentes em vários elementos, desde a geometria dos flaps até a abertura das asas móveis, com filosofias até radicalmente opostas.

E, como frequentemente acontece, a diferença pode estar nos detalhes, especialmente na traseira, uma das áreas mais delicadas desses novos monopostos, onde será fundamental maximizar a eficácia do assoalho e do difusor para gerar carga aerodinâmica, também este ano de dimensões bastante generosas, em parte para compensar uma asa com uma regra bastante restritiva.

Uma solução que chama atenção é a vista na traseira do novo modelo da Ferrari, onde, aproveitando o que é permitidos pelo regulamento, os engenheiros da Scuderia alongaram o difusor com extensões centrais (coloridas de amarelo) que se desenvolvem ao lado da estrutura de impacto para melhorar sua eficiência e geração de carga aerodinâmica. O que surpreende, porém, não é tanto que o difusor se estenda, mas sim a forma como isso é feito.

Diffusore Ferrari della SF-26

Diffusore Ferrari della SF-26

Foto di: AG Photo

Outras equipes, de fato, adotaram uma solução semelhante, como Mercedes e Williams, mas nenhuma chegou ao nível da Ferrari, que escolheu uma abordagem mais elaborada e, por certos aspectos, agressiva em relação aos rivais. Na SF‑26, o difusor se estende além do suporte horizontal que ancora a asa traseira na parte inferior (colorido de vermelho na imagem), criando, na prática, uma estrutura única.

Isso faz com que a solução escolhida por Maranello possa se estender mais do que as dos rivais, chegando a se conectar ao suporte da asa. As versões vistas na W17 e na FW48, embora baseadas no mesmo princípio, não foram além, parando cerca de metade da altura da estrutura de impacto traseira.

Há, porém, outro elemento interessante no SF‑26. Essa extensão foi pensada para trabalhar junto a duas pequenas aletas aerodinâmicas separadas colocadas na parte superior da estrutura de impacto (em azul na imagem). A extensão do difusor e essas aletas não estão fisicamente conectadas, a ponto de entre elas ocorrer um fluxo de ar, mas são projetadas para operar em sinergia.

Confronto tra il diffusore Ferrari e quello Mercedes

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Foto di: AG Photo

Reproduzir a solução da Ferrari não parece particularmente complexo: bastaria modificar a seção de fibra de carbono para alongar ainda mais o difusor ou adicionar dois pequenos suportes na estrutura de impacto traseira. Outras equipes, como a Red Bull, decidiram trabalhar nessa área de forma diferente, adicionando elementos, mas sem estender fisicamente o difusor.

Cada carro tem características próprias e não é nada garantido que essa solução, especialmente em uma área delicada como a do difusor, funcione da mesma forma para todos. É evidente que os técnicos da Scuderia dedicaram muita atenção a essa área para fazer o difusor trabalhar da melhor forma possível.

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